- Nikolas Ferreira divulgou neste domingo uma carta escrita por Jair Bolsonaro na prisão, defendendo Michelle Bolsonaro e criticando ataques de colegas da própria direita.
- O ex-presidente, condenado pela justiça por tentativa de golpe de Estado, cumpre pena no Complexo da Papuda, em Brasília.
- Na carta, Bolsonaro pede união entre aliados e afirma que apoios para 2026 devem ser conquistados por diálogo e convencimento, não por ataques entre aliados.
- Ele orientou Michelle a se manter afastada da política até março de 2026, para acompanhar a recuperação da filha Laura e cuidar dele.
- O texto impulsionou divergências internas no Partido Liberal e no grupo bolsonarista sobre as articulações eleitorais para 2026, com Michelle cotada ao Senado no Distrito Federal e Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) tornou pública, no domingo, 1º de maio de 2025, uma carta escrita por Jair Bolsonaro, que cumpre pena no Complexo da Papuda, em Brasília. O documento defende Michelle Bolsonaro e critica ataques internos ao campo conservador.
Na carta, Bolsonaro afirma solidariedade aos aliados que compartilham dos valores de Deus, Pátria, Família e Liberdade, e reclama das críticas vindas do próprio espectro político. Diz que as disputas eleitorais devem ser resolvidas por diálogo, não por pressão entre aliados.
O ex-presidente orienta Michelle a manter participação política apenas quando houver tempo, citando a necessidade de cuidar da filha Laura, que passou por cirurgia, e da própria saúde do ex-chefe de Estado. A publicação ocorre em meio a disputas sobre candidaturas para 2026 no PL e no bolsonarismo.
Contexto político
A carta surge em meio a divergências sobre prioridades eleitorais, incluindo a possibilidade de Michelle disputar o Senado no Distrito Federal e de Flávio Bolsonaro liderar articulações para a Presidência. Autores das disputas apontam diferenças de estratégia entre aliados.
Fonte e verificação
O conteúdo foi divulgado pela assessoria de Nikolas Ferreira e não cita nomes específicos na direção de candidaturas, apenas reforça o chamado à unidade do campo conservador. O texto encerra com um agradecimento aos apoiadores e um apelo à união para o futuro do país.
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