- O ministro Alexandre de Moraes decidiu que a citação por edital de Eduardo Tagliaferro foi suficiente para tomar ciência das acusações e manteve a audiência de instrução marcada.
- A audiência acontece às 13h do dia 17 de março e será conduzida pela juíza auxiliar Flávia Martins de Carvalho.
- Serão ouvidos Tagliaferro, os delegados Aldo Galiano Júnior, José Luiz Antunes e Luciana Raffaelli Santini, o escrivão Silvio Jose da Silva Júnior e o agente Vander Luciano de Almeida.
- Tagliaferro foi preso sob suspeita de ameaçar a esposa, Carla Bottoni Tagliaferro, com uma arma de fogo, em Caieiras, e houve decisão de apreender o celular do réu.
- A defesa questiona a expedição da citação por edital, defendendo carta rogatória direta à Itália para cooperação internacional, já que o ex-assessor está sob processo de extradição.
O ministro do STF Alexandre de Moraes decidiu que a citação por edital de seu ex-assessor Eduardo Tagliaferro cumpriu o objetivo de ciência das acusações. O pedido de citar o perito por carta rogatória às autoridades italianas foi rejeitado e foi marcada uma audiência de instrução.
A audiência está marcada para as 13h de 17 de março, em Brasília, e será conduzida pela juíza auxiliar Flávia Martins de Carvalho. Serão ouvidos Tagliaferro, além de delegados da Polícia Civil de São Paulo, Aldo Galiano Júnior, José Luiz Antunes e Luciana Raffaelli Santini, o escrivão Silvio Jose da Silva Júnior e o agente Vander Luciano de Almeida.
Luciana e Silvio prenderam Tagliaferro sob suspeita de ameaçar sua esposa, Carla Bottoni Tagliaferro, com uma arma de fogo, em Caieiras. Aldo emitiu uma ordem que desceu para Antunes e para Luciana, autorizando a apreensão do celular do ex-assessor. Vander recebeu o aparelho pelas mãos de Celso Luiz de Oliveira, cunhado do perito.
Tagliaferro ficou conhecido por divulgar mensagens de grupos do TSE, enquanto atuava como assessor de enfrentamento à desinformação. Os documentos indicam investigações contra pessoas de direita sem processo judicial instaurado. O gabinete de Moraes informou que os procedimentos ocorreram com registro nos autos.
Da Itália, Tagliaferro aguarda julgamento de extradição. A defesa questiona o uso da citação por edital, alegando que a localização do réu não era desconhecida, o que justificaria o uso de carta rogatória, dependente de cooperação internacional e com potencial atraso ou negativa.
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