- Um banco de dados interno do Departamento do Interior dos EUA mostrou planos da administração de revisar informações sobre fases da história americana em parques nacionais, conforme reportagem do Washington Post e publicação em dois sites na segunda-feira.
- O conteúdo descreve esforço para revisar ou remover informações sobre história afro-americana, direitos LGBT, mudanças climáticas e outros temas em centenas de parques nacionais.
- O Departamento do Interior afirmou que o material é deliberativo e que os funcionários que vazaram serão responsabilizados; ressaltou que não representa ação final da pasta.
- A gestão de Trump tem buscado revisar museus, monumentos e parques para remover o que chama de ideologia antiamericana; críticos dizem que isso pode reverter décadas de avanços.
- O porta-voz disse que os documentos internos foram editados de forma inadequada antes do vazamento e que as pessoas envolvidas serão responsabilizadas; mencionou ações anteriores contra funcionários críticos.
O Departamento do Interior dos EUA informou que um banco de dados interno revelou planos da gestão do presidente Donald Trump para revisar informações históricas em locais de parques nacionais. O material foi descrito como deliberativo e as pessoas que o vazaram devem ser responsabilizadas.
O banco de dados, primeiro relatado pelo Washington Post e divulgado em dois sites públicos, detalha a intenção de revisar ou retirar informações sobre a história afro-americana, direitos LGBT, mudanças climáticas e outros temas em centenas de parques nacionais.
Segundo o Departamento, as páginas em questão contêm rascunhos de documentos internos que não representam ações finais. A assessoria ressaltou que a narrativa apresentada é falsa e que os documentos são deliberativos.
A comunicação do Park Service, órgão ligado ao Interior, afirmou que as versões vazadas foram editadas de forma inadequada antes do envio público. O porta-voz também classificou a divulgação como inadequada e ilegal, sem especificar a lei violada.
O governo federal já tem enfrentado críticas por ações que, segundo opositores, minimizam ou distorcem aspectos históricos. A administração anterior tem promovido políticas de remoção ou reinterpretação de exhibições históricas em museus, monumentos e parques.
Historiadores e defensores de direitos civis enfatizam que mudanças amplas podem afetar a memória de eventos como escravidão e direitos civis. Autoridades do Interior afirmam que qualquer ação final dependerá de processos administrativos e de avaliação pública.
Casos recentes de tensões internas ocorreram em agências governamentais, com funcionários criticando políticas do governo e, em alguns casos, sendo afastados ou demitidos. O Departamento reiterou que seguirá procedimentos legais e legais pertinentes.
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