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Vereador do PP de Móstoles renuncia após apoiar vítima contra o prefeito

Vereador do PP de Móstoles renuncia após apoiar vítima de assédio contra o prefeito; afirma ter agido sempre guiado pela consciência

El alcalde de Móstoles, Manuel Bautista, durante un pleno extraordinario en el Ayuntamiento de Móstoles el 24 de febrero.
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  • O vereador do PP em Móstoles, Raúl Gallego, apresentou renúncia ao cargo, dias depois que o partido destituiu sua parceira Elisa Vigil como porta-voz do PP na Assembleia de Madrid.
  • Em carta de despedida, Gallego afirma que “cada decisão foi guiada pela consciência”.
  • A renúncia ocorre após Vigil ter sido destituída de seu cargo, com o PP defendendo o prefeito Manuel Bautista, que nega acusações de assédio sexual e laboral.
  • Gravações obtidas pelo jornal revelam que o secretário-geral do PP, Alfonso Serrano, e Ana Millán teriam aconselhado Vigil a não recorrer à justiça, sinalizando pressão interna no partido.
  • O caso envolve acusações de assédio contra o prefeito de Móstoles e, segundo o material divulgado, o partido manteve apoio ao alcalde.

Raúl Gallego, vereador do PP em Móstoles, apresentou nesta segunda-feira a sua demissão do governo municipal. Em carta de despedida, o político afirma que cada decisão tomada foi guiada pela consciência. O anúncio ocorre dias após a destituição de sua parceira no partido.

A saída de Gallego acontece no contexto do caso de assédio sexual e laboral envolvendo o prefeito Manuel Bautista. O vereador teria dado credibilidade à acusação apresentada pela colega, o que, segundo informações, gerou pressões internas no grupo.

Elisa Vigil, parceira de Gallego e deputada do PP na Assembleia de Madrid, foi destituída do cargo de porta-voz em uma decisão do partido de Isabel Díaz Ayuso. O episódio surpreendeu o ambiente político e manteve o aceso debate sobre o caso.

Detalhes internos do PP

Documentos e gravações a que EL PAÍS teve acesso apontam atritos entre o secretário-geral do PP, Alfonso Serrano, e Ana Millán, em relação ao andamento da denúncia apresentada pela vereadora. As informações indicam pressa na tramitação e aconselhamentos para evitar acionar a Justiça.

O conjunto de acontecimentos evidência tensões entre o partido e autoridades locais envolvidas no caso. O PP não se pronunciou sobre novos desdobramentos até o momento, mantendo a linha de defesa das autoridades citadas.

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