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Executivos de defesa vão a Casa Branca conforme ataques ao Irã diminuem estoques

Reunião na Casa Branca visa acelerar produção de armas para recompor estoques, diante de operações que consumiram munitões e elevaram a pressão sobre fornecedores

Lockheed Martin logo is seen in this illustration taken July 26, 2025. REUTERS/Dado Ruvic/Illustration
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  • Executivos de grandes fornecedores de defesa vão se reunir no Palácio da Alvorada? No White House? (confusão) — não, é no White House, na sexta-feira, para discutir acelerar a produção de armas.
  • Participantes incluem a Lockheed Martin e a RTX (Raytheon Technologies), entre outros fornecedores, conforme fontes anônimas.
  • O objetivo é reforçar estoques de armas após operações recentes no Irã e outras ações militares.
  • O governo trabalha em um pedido orçamentário suplementar de cerca de 50 bilhões de dólares para repor armas utilizadas nas campanhas.
  • O Pentágono tem pressionado fabricantes a priorizar produção sobre pagamentos a acionistas, com planos de ações para contratados com baixo desempenho.

Washington – Executivos de grandes contratantes de defesa devem se reunir na sexta-feira no Escritório Oval para discutir acelerar a produção de armas, enquanto o Pentágono busca reabastecer estoques após operações recentes, segundo cinco pessoas familiares ao assunto.

A reunião envolve empresas como Lockheed Martin e RTX, controladora da Raytheon, além de outros fornecedores estratégicos. Os participantes falam em condição de anonimato por tratar-se de uma discussão privada.

O objetivo é pressionar fabricantes a aumentar a velocidade de produção, em meio a esforços para repor munições usadas em operações recentes no Oriente Médio e outras frentes de conflito.

O encontro ocorre em meio a um movimento do governo para ampliar a produção de armamentos, com o Departamento de Defesa avaliando medidas para reforçar o estoque após uso de mísseis de cruzeiro Tomahawk e aeronaves de guerra.

Deputado de Defesa, Steve Feinberg lidera a preparação de um pedido orçamentário suplementar de cerca de 50 bilhões de dólares, potencialmente disponível já na sexta-feira, para substituir armas empregadas em conflitos recentes.

A pressão sobre os contratados também envolve uma diretriz do governo que incentiva a priorização da produção em detrimento de pagamentos a acionistas, em linha com ações executivas assinadas pelo presidente.

A Raytheon firmou acordo recente para aumentar a produção de mísseis Tomahawk, com meta de chegar a 1.000 unidades anuais no futuro próximo, enquanto o Pentágono planeja adquirir 57 mísseis em 2026, a um custo médio de 1,3 milhão de dólares cada.

Fontes dizem que o governo pode abrir uma lista de contratados com baixo desempenho, com 15 dias para apresentar planos de melhoria; caso não sejam satisfatórios, ações como rescisão de contratos podem ocorrer.

A administração sustenta que o reforço de produção é essencial para manter a disponibilidade de munição após o uso recente em operações no Irã e em outras frentes de combate.

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