- Executivos de grandes fornecedores de defesa vão se reunir no Palácio da Alvorada? No White House? (confusão) — não, é no White House, na sexta-feira, para discutir acelerar a produção de armas.
- Participantes incluem a Lockheed Martin e a RTX (Raytheon Technologies), entre outros fornecedores, conforme fontes anônimas.
- O objetivo é reforçar estoques de armas após operações recentes no Irã e outras ações militares.
- O governo trabalha em um pedido orçamentário suplementar de cerca de 50 bilhões de dólares para repor armas utilizadas nas campanhas.
- O Pentágono tem pressionado fabricantes a priorizar produção sobre pagamentos a acionistas, com planos de ações para contratados com baixo desempenho.
Washington – Executivos de grandes contratantes de defesa devem se reunir na sexta-feira no Escritório Oval para discutir acelerar a produção de armas, enquanto o Pentágono busca reabastecer estoques após operações recentes, segundo cinco pessoas familiares ao assunto.
A reunião envolve empresas como Lockheed Martin e RTX, controladora da Raytheon, além de outros fornecedores estratégicos. Os participantes falam em condição de anonimato por tratar-se de uma discussão privada.
O objetivo é pressionar fabricantes a aumentar a velocidade de produção, em meio a esforços para repor munições usadas em operações recentes no Oriente Médio e outras frentes de conflito.
O encontro ocorre em meio a um movimento do governo para ampliar a produção de armamentos, com o Departamento de Defesa avaliando medidas para reforçar o estoque após uso de mísseis de cruzeiro Tomahawk e aeronaves de guerra.
Deputado de Defesa, Steve Feinberg lidera a preparação de um pedido orçamentário suplementar de cerca de 50 bilhões de dólares, potencialmente disponível já na sexta-feira, para substituir armas empregadas em conflitos recentes.
A pressão sobre os contratados também envolve uma diretriz do governo que incentiva a priorização da produção em detrimento de pagamentos a acionistas, em linha com ações executivas assinadas pelo presidente.
A Raytheon firmou acordo recente para aumentar a produção de mísseis Tomahawk, com meta de chegar a 1.000 unidades anuais no futuro próximo, enquanto o Pentágono planeja adquirir 57 mísseis em 2026, a um custo médio de 1,3 milhão de dólares cada.
Fontes dizem que o governo pode abrir uma lista de contratados com baixo desempenho, com 15 dias para apresentar planos de melhoria; caso não sejam satisfatórios, ações como rescisão de contratos podem ocorrer.
A administração sustenta que o reforço de produção é essencial para manter a disponibilidade de munição após o uso recente em operações no Irã e em outras frentes de combate.
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