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Gonet defende arquivar inquérito no STF contra Elon Musk

PGR defende arquivamento de inquérito contra Elon Musk no STF, apontando ausência de provas de uso doloso do X para atentar contra o Judiciário

Elon Musk é o proprietário da Starlink e do X, antigo Twitter. Foto: Alain Jocard/AFP e Starlink/Reprodução
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  • O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu no STF o arquivamento de um inquérito que investiga Elon Musk pela conduta na rede X.
  • A PGR afirma que não há provas de uso doloso da plataforma para atentar contra o Judiciário, apontando falhas operacionais pontuais notificadas e sanadas pelo X.
  • Gonet sustenta que não existem elementos que demonstrem resistência deliberada da plataforma a ordens do STF ou do Tribunal Superior Eleitoral.
  • O inquérito nasceu após Musk atacar decisões do tribunal e ameaçar reativar perfis de bolsonaristas suspensos em investigações sobre milícias digitais e atos golpistas.
  • A defesa da X afirmou que Musk não ordenou a reativação de perfis suspensos; a plataforma disse ter cumprido centenas de ordens de bloqueio e negou ter habilitado transmissão ao vivo para contas suspensas.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal o arquivamento de um inquérito aberto há quase dois anos para apurar Elon Musk, dono da rede X. A petição chegou nesta terça-feira, 3, ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.

Para a PGR, não há provas de uso doloso do X para atentar contra o Judiciário. Gonet afirmou que a apuração apontou falhas operacionais pontuais, notificadas e sanadas pela plataforma, sem indícios de resistência deliberada às determinações do STF.

Além disso, a investigação também avaliava possível obstrução à Justiça em contexto de organização criminosa e incitação ao crime, com a ideia de que haveria a intenção de desobedecer ordens judiciais.

Argumentos da PGR

Segundo a defesa, Musk não ordenou a reativação de perfis suspensos pelo STF, apesar de exercer a função técnica e estatutária de administrador da plataforma. A X afirmou ter cumprido mais de uma centena de ordens de bloqueio.

Conduta da plataforma

A PGR sustenta que houve falhas pontuais de comunicação entre o X e o Judiciário, mas que as medidas foram rapidamente corrigidas. Não houve evidência de conduta que configurasse desrespeito deliberado às decisões do STF.

Contexto do inquérito

O inquérito nasceu após Musk atacar decisões do tribunal e ameaçar reativar perfis de bolsonaristas suspensos em apurações sobre milícias digitais e atos golpistas. A investigação também examinava possíveis indícios de obstrução à Justiça.

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