Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Governistas divergem da decisão de Alcolumbre sobre sigilo de Lulinha

Governistas divergem de Alcolumbre após manter quebra de sigilo de Lulinha; sessão da CPI do INSS termina tumultuada, com empurra-empurra e críticas à contagem de votos

Em sessão tumultuada, a CPI do INSS aprova quebra do sigilo do filho do presidente Lula — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, manteve a quebra de sigilos de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) aprovada pela CPMI do INSS e rejeitou pedir a anulação.
  • A votação ocorreu na quinta-feira em sessão tumultuada, com empurra-empurra entre parlamentares da comissão e relatos de agressões.
  • A base governista dizia que havia sete votos contrários, mas o registro apontou quatorze, e Alcolumbre explicou que, com o quórum de trinta e um, seria necessária16 votos para a maioria.
  • Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, acatou a decisão de Alcolumbre e não pretende levar o caso ao Supremo Tribunal Federal para contestar a votação.
  • Parlamentares da oposição, como Alencar Santana e Rogério Correia, criticaram a decisão, afirmando que violou o regimento e os votos da bancada.

Em sessão da CPMI do INSS, a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, foi mantida pela decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A votação ocorreu na quinta-feira (26) e provocou tumulto entre governistas e oposição no Congresso.

Governistas sustentaram que a base tinha apenas sete votos contrários, e não 14, segundo registro da sessão. Alegaram que a contagem foi feita de forma equivocada. O resultado foi interpretado como insuficiente para anular a decisão anterior.

Alcolumbre manteve a avaliação de que 16 votos seriam necessários para formar maioria, mesmo com quórum de 31 senadores. O presidente do Senado afirmou não haver maioria para derrubar a quebra de sigilo, conforme seu entendimento com a advocacia e a consultoria do Senado.

Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, acatou a decisão de Alcolumbre e disse ter agido conforme o entendimento técnico disponíveis. Já aliados de primeira hora, como Alencar Santana e Rogério Correia, criticaram a posição e destacaram supostas violações ao regimento.

Ao proclamar o resultado, parlamentares da base protestaram junto à mesa, gerando confusão e empurra-empurra. Houve relatos de agressões físicas entre vizinhos da bancada durante o tumulto, que durou minutos e exigiu intervenção de assistentes.

A sessão também teve controvérsia sobre quem poderia votar: suplentes teriam sido excluídos da contagem, segundo a leitura de alguns governistas, enquanto o registro do painel indicou que o grupo atuou como titulares no momento da votação.

Detalhes e desdobramentos

Apesar da defesa da contagem simbólica, a oposição sustenta que a votação deveria ter seguido para uma contagem nominal para confirmar a maioria. O episódio reacende a polêmica sobre transparência e regras de votação na CPMI.

Delegações do governo afirmam que a decisão foi tomada com base na leitura jurídica e no entendimento do Senado. Parlamentares de oposição informaram que vão acompanhar novos desdobramentos legais e políticos que possam surgir a partir do caso.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais