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Lula diz ser muito sortudo e incentiva votar em quem tem sorte

Lula diz ser 'cara de muita sorte' ao destacar avanços econômicos e orienta voto em quem tem sorte, em discurso na abertura da Conferência Nacional do Trabalho

Presidente Lula durante a abertura da 2º Conferência Nacional do Trabalho — Foto: Foto: Ricardo Stuckert / PR
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  • Lula chamou a si mesmo de “cara de muita sorte” ao mencionar indicadores econômicos positivos durante discurso transmitido pelas redes sociais, em São Paulo.
  • O vice‑presidente Haddad sinalizou os dados: menor inflação acumulada em quatro anos na história, menor desemprego da história, maior crescimento da massa salarial e maior produção agrícola.
  • O presidente pediu que o público se prepare para as eleições deste ano e disse, em tom de provocação, para votarem em quem tem sorte.
  • O ato aconteceu na abertura da 2ª Conferência Nacional do Trabalho, no Anhembi, em São Paulo, com a presença de Geraldo Alckmin e de ministros.
  • Também defendeu um acordo entre empresários, trabalhadores e governo para discutir a eliminação da escala de trabalho 6 por 1, defendendo jornadas diferenciadas por categoria.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, durante evento em São Paulo, que é um homem de muita sorte ao mencionar indicadores econômicos positivos de seu governo. O discurso ocorreu nesta terça-feira (3) e foi transmitido pelas redes sociais da Presidência. Após apresentar os números, Lula incentivou o público a se preparar para as eleições deste ano.

Em discurso na abertura da 2ª Conferência Nacional do Trabalho, realizada no Anhembi, Lula destacou que a inflação, o desemprego e a massa salarial registraram marcas históricas, segundo a fala citada pelo microfone do evento. Ao todo, o tom usado reforçou a percepção de resultados favoráveis ao governo.

Ao lado do presidente, estiveram o vice-presidente Geraldo Alckmin e os ministros Luiz Marinho (Trabalho), Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento). A presença dos auxiliares sinalizou apoio institucional ao tema central do encontro: relações entre governo, trabalhadores e empregadores.

No decorrer do encontro, o governo sinalizou a busca por um acordo sobre a escala de trabalho 6 por 1, com a ideia de tornar jornadas mais flexíveis por categoria. A proposta pretende conciliar competitividade econômica com proteção aos trabalhadores, sem, segundo a gestão, prejudicar nenhum lado.

Acordo sobre jornadas de trabalho

A proposta envolve estudo de regras diferenciadas por setor, com avaliação de impactos em produtividade e emprego. Diversos representantes do empresariado e de entidades sindicais participam do debate para construir uma solução regulatória que atenda às especificidades de cada categoria.

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