- O deputado Nikolas Ferreira e o pastor Batista da Lagoinha teriam usado um jatinho ligado a Daniel Vorcaro na campanha de Bolsonaro em 2022, segundo investigação divulgada nesta quarta-feira (3).
- A aeronave é apontada como pertencente a Vorcaro, empresário do setor de transporte aéreo, que também figura como proprietário e operador do jatinho.
- O uso ocorreu durante o período eleitoral, quando Ferreira buscava apoio político e Batista participava de eventos vinculados à campanha.
- Até o momento, Ferreira e Batista não se manifestaram sobre o assunto.
- A apuração aponta vínculos entre políticos, empresários do setor aéreo e igrejas evangélicas, com a expectativa de novas informações nos próximos dias.
Deputado Nikolas Ferreira e o pastor Batista, da Igreja Lagoinha, utilizaram um jatinho ligado a Daniel Vorcaro durante a campanha de apoio a Jair Bolsonaro em 2022. A informação vem de uma investigação divulgada nesta quarta-feira (3).
Segundo apuração, a aeronave foi usada por Ferreira e pelo pastor da Lagoinha, uma das maiores igrejas evangélicas do país. Os documentos obtidos indicam que o jatinho pertence a Vorcaro, empresário ligado ao setor de transporte aéreo.
A operação ocorreu no período eleitoral, quando Ferreira buscava apoio político e Batista participava de eventos religiosos e políticos vinculados à campanha. Registros de voos e documentação de propriedade apontam Vorcaro como proprietário e operador.
Nikolas Ferreira e Batista não se manifestaram até o momento sobre o uso do jatinho na campanha. A investigação analisa a relação entre políticos e empresários do setor aéreo, que costumam deslocar-se em aeronaves de terceiros durante campanhas.
Contexto da investigação
A apuração ressalta possíveis vínculos entre atividades religiosas, políticas e empresariais no cenário eleitoral. A Lagoinha, uma das maiores igrejas do Brasil, tem forte influência no meio evangélico e político.
Daniel Vorcaro, empresário do transporte aéreo, é alvo de investigações sobre ligações com políticos e instituições religiosas. A apuração é conduzida por órgãos de fiscalização e transparência, buscando esclarecer o uso de recursos privados em campanhas.
O caso adiciona ao debate sobre práticas de deslocamentos de candidatos e apoiadores durante eleições de 2022, com foco em transparência e uso de ativos de terceiros. Novas informações podem surgir conforme a investigação avança.
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