- A defesa de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, negou as acusações vinculadas à prisão preventiva autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal.
- A defesa afirma que Vorcaro sempre colaborou com as autoridades e não tentou obstruir o trabalho da Justiça.
- Investigações apontam a existência de uma milícia privada chamada “A Turma”, usada para monitorar ilegalmente e intimidar adversários, autoridades e jornalistas.
- A decisão envolve a Operação Compliance Zero, que apura crimes contra o sistema financeiro, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução de justiça.
- Fabiano Campos Zettel, cunhado de Vorcaro, também foi preso na mesma operação e se entregou à Polícia Federal, estando à disposição das autoridades.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, nega as acusações atribuídas pela Polícia Federal na base da operação que levou à sua prisão preventiva. A defesa afirma que as alegações não correspondem à conduta do empresário e confia no regular funcionamento do due processo.
A defesa também sustenta que Vorcaro sempre esteve à disposição das autoridades e colaborou com as investigações desde o início, sem tentar obstruir o trabalho da Justiça. O caso envolve uma investigação da PF sobre crimes financeiros, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução de justiça.
A Turma e o objetivo da operação
As investigações revelaram a existência de uma suposta milícia privada denominada A Turma, usada para monitorar adversários, autoridades e jornalistas de forma ilegal. A atuação é parte das apurações da Operação Compliance Zero.
A PF prendeu Fabiano Campos Zettel, cunhado de Vorcaro, no âmbito da mesma fase da operação em São Paulo. Zettel se entregou na Superintendência da PF na capital e está à disposição das autoridades, segundo a defesa.
Contexto processual e próximos passos
A prisão preventiva de Vorcaro foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF, em razão do curso das investigações. A nova etapa amplia o escrutínio sobre as atividades do grupo ligado ao Banco Master.
A defesa de Fabiano Zettel informou que, apesar de não ter acesso ao objeto das investigações, o empresário já se apresentava à PF. Os advogados ressaltam a inteira disposição para colaborar com as apurações.
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