- Investigações apontam que Daniel Vorcaro teve acesso ilegal a informações de alto sigilo, incluindo diligências em andamento e decisões restritas, acessíveis apenas a quem comandava as investigações.
- A operação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, e ocorreu na quarta-feira, 4.
- Documentos encontrados no celular de Vorcaro indicam o acesso a diligências em andamento e a decisões sigilosas, não disponíveis para outros procuradores.
- A decisão judicial cita registros de que Vorcaro teve acesso prévio a informações relacionadas às diligências investigativas, com anotações e comunicações sobre autoridades e procedimentos.
- Esta reportagem está em atualização.
Investigadores afirmam que Vorcaro participou de atividade de contrainteligência ilegal, em operação realizada nesta quarta-feira. A ação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF, e envolve o empresário Daniel Vorcaro, dono do grupo Master. A PF conduz as apurações.
Segundo apuração, o celular de Vorcaro continha documentos que indicam acesso a diligências em andamento, mesmo sem autorização para isso. Também foram identificadas informações relacionadas a decisões de alto sigilo que, segundo a investigação, apenas quem coordenava as ações deveria ter.
A análise da decisão do ministro aponta que Vorcaro teve acesso prévio a informações relacionadas às diligências, com anotações e comunicações envolvendo autoridades e procedimentos vinculados às investigações em curso. Outros procuradores não teriam acesso a tais dados.
Esta reportagem está em atualização.
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