- Luana Piovani repudiou a pré-candidatura de Dado Dolabella a deputado federal no Rio de Janeiro.
- Dolabella é alvo de seis denúncias de violência doméstica, incluindo casos com Marcela Tomaszewski e um empurrão em Wanessa Camargo.
- Outras denunciantes incluem Esmeralda de Souza, Viviane Sarahyba, Marina Dolabella e Izilda Amorim.
- O ator se filiou ao MDB e foi apresentado como “pai de família” por Washington Reis, presidente estadual do partido.
- Piovani afirmou que não votará nele e destacou a importância de escolher bem os políticos; ressaltou que a população deve se informar e votar.
Luana Piovani criticou a pré-candidatura de Dado Dolabella a deputado federal pelo Rio de Janeiro. A atriz citou o caso de agressão ocorrido com Dolabella em 2008 durante uma interação com um seguidor no Instagram.
Ela também ressaltou a importância do voto, dizendo que é preciso escolher bem os políticos e que não se pode depender de esperança vaga. Em sua fala, pediu que as pessoas se mobilizem para votar de forma consciente.
Dado Dolabella filiou-se ao MDB e foi apresentado pelo presidente estadual do partido, Washington Reis, como um pai de família. O ex-ator revelou apoio a Flávio Bolsonaro, que pode substituir o pai, preso, na corrida presidencial.
Contexto político e histórico de denúncias
Dolabella acumula seis denúncias de violência doméstica ao longo da carreira, segundo registros públicos. Entre as denunciantes estão Esmeralda de Souza, camareira de Piovani, e a publicitária Viviane Sarahyba, cuja denúncia ganhou notoriedade com vídeos e mensagens divulgados.
Em 2025, também houve acusação de empurrão envolvendo Wanessa Camargo, em um bar no Rio de Janeiro, que a cantora negou posteriormente. Outras denunciantes incluem Marina Dolabella, ex-sócia de relacionamento com o ator, e Izilda Amorim, ex-sogra.
Entre na conversa da comunidade