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Pablo Marçal deixa o PRTB e se filia ao União Brasil

Marçal deixa o PRTB e se filia ao União Brasil; ato ocorre em São Paulo, enquanto permanece inelegível por decisão do TSE, sujeita a recursos

TRE-SP manteve Marçal inelegível por 8 anos. (Foto: Isaac Fontana / (EPA) EFE)
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  • Pablo Marçal deixará o PRTB e se filiará ao União Brasil; a assinatura está marcada para sexta-feira (6), em São Paulo.
  • Ele está inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral, condenado por uso indevido das redes sociais na campanha de 2024 para a prefeitura de São Paulo, na qual ficou em terceiro.
  • A investigação apontou prática de “concurso de cortes”, com pagamentos em dinheiro e brindes para incentivar a disseminação do conteúdo eleitoral.
  • Em 24 de fevereiro, o empresário firmou acordo com o Ministério Público em outro processo, que prevê suspensão condicional do processo; ele não pode frequentar bares, boates e casas de prostituição em Barueri sem autorização judicial.
  • Como parte do acordo, Marçal pagará 5 mil reais à Comunidade Terapêutica Acolhedora Filhos da Luz e a decisão não configura condenação definitiva.

O influenciador e empresário Pablo Marçal deixará o PRTB para se filiar ao União Brasil, conforme anúncio já confirmado. O ato de assinatura do vínculo está marcado para a próxima sexta-feira (6), em São Paulo, segundo fontes próximas à negociação.

Marçal encontra-se inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o condenou por uso indevido das redes sociais na campanha de 2024. Ele disputou a prefeitura de São Paulo e terminou em terceiro lugar, com investigação apontando uso de estratégia de “concurso de cortes” para incentivar a disseminação de conteúdo.

A elegibilidade é passível de recursos, o que sustenta a expectativa de reversão da condenação. Em entrevistas, o empresário tem dito que confia na superação do contexto que levou à inelegibilidade.

Mudança de partido

Ao mesmo tempo, no dia 24 de fevereiro, Marçal acertou um acordo com o Ministério Público em outro processo. O acordo prevê não frequentar bares, boates e casas de prostituição em Barueri e não se ausentar da cidade sem autorização judicial.

O caso teve como alvo uma ofensa proferida contra Guilherme Boulos durante a campanha, em que Marçal o chamou de “cheirador de cocaína”. A decisão representou suspensão condicional do processo, não uma condenação definitiva.

Como parte do acordo, Marçal ainda se compromete a pagar R$ 5 mil à Comunidade Terapêutica Acolhedora Filhos da Luz, instituição que atua na recuperação de dependentes químicos. As informações indicam que o acordo mantém vigência até a conclusão dos termos.

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