- O senador Rodrigo Pacheco informou líderes do MDB que não deve se filiar à sigla, em almoço em Brasília.
- A razão é que Gabriel Azevedo, ex-vereador de Belo Horizonte, é apontado como pré-candidato ao governo de Minas pela MDB.
- Pacheco deve disputar o governo de Minas com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mantendo atuação no palanque lulista.
- O destino provável de Pacheco é o União Brasil, movimento articulado por Davi Alcolumbre, aliado próximo.
- Há inseguranças sobre a federação entre União Brasil e Progressistas, que apoia Azevedo, com o registro da federação no TSE ainda em avaliação.
O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) avisou em almoço em Brasília que não deve se filiar ao MDB. A razão é a candidatura de Gabriel Azevedo, ex-vereador de Belo Horizonte, ao governo de Minas, posição que Pacheco pretende disputar em outubro.
Pacheco avalia disputar o governo mineiro com o apoio do núcleo lulista no estado, após encontros com o presidente Lula. O objetivo é comandar o palanque do PT em Minas durante a eleição.
O destino provável de Pacheco é o União Brasil, movimento articulado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A sigla tem hoje diálogo com aliados que mantêm a parceria com o grupo.
A saída do PSD também é discutida, uma vez que Pacheco negocia seu caminho após decisão de deixar a sigla. Em Minas, a federação entre União Brasil e PP, para apoiar Simões, permanece em avaliação.
A aposta de Lula para Minas sempre foi Pacheco, que vinha resistindo à candidatura até encontro com o presidente em fevereiro. Desde então, o senador tem se dedicar a articular a viabilidade de sua candidatura.
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