- Edinho Silva defende que, se houver suspeitas sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no caso do INSS, ele deve ser investigado.
- A Polícia Federal aponta três menções ao nome de Lulinha; um ex-sócio de Careca do INSS afirma ter sido “sócio” de lobista em projeto de cannabis medicinal e ter recebido R$ 25 milhões, além de uma mesada de R$ 300 mil.
- Edinho pediu apuração isenta, citando a necessidade de esclarecer se há relação ou não, e afirmou que denúncias não devem condenar antes de comprovação.
- Segundo reportagem do Estadão, Lulinha teria confirmado viagem e hospedagem a Lisboa pagas por Careca; a defesa não se pronunciou.
- A CPMI do INSS deve quebrar o sigilo fiscal de Lulinha; o planalto acompanha, mas não se posiciona; aliados veem possível dano eleitoral caso haja envolvimento.
O presidente do PT, Edinho Silva, defendeu hoje que, se surgirem suspeitas sobre Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, ele deve ser investigado no caso do INSS. Edinho afirmou que ninguém está acima da lei e pediu apuração se houver dúvidas sobre vínculos de Fábio com o projeto ligado ao benefício.
Segundo a Polícia Federal, há três menções ao nome de Lulinha nos autos. Um ex-sócio de Antônio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, alegou relação societária com o lobista em projeto de cannabis medicinal e citou valores de R$ 25 milhões, além de uma suposta mesada de R$ 300 mil.
A defesa de Lulinha não se pronunciou. A PF também investiga se houve pagamento de viagem a Lisboa por Careca do INSS, conforme reportagem do Estadão. O sigilo fiscal de Lulinha deverá ser decidido pela CPMI do INSS, cuja votação gerou embates entre governistas e oposição.
Edinho afirmou que a apuração precisa ser isenta e que não houve qualquer condenação prévia. O PT cobra transparência com informações públicas sobre eventual relação do filho do presidente Lula com o caso.
O Planalto acompanha o caso de perto, sem se pronunciar oficialmente. Membros do governo reconhecem, em reserva, que desdobramentos podem impactar a imagem do governo em ano eleitoral.
Aliados da oposição já associam Lulinha ao caso, e petistas aguardam que adversários explorem o tema na campanha. A situação permanece sob avaliação, com foco em resultados de investigações e na comunicação institucional.
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