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PF prende suspeitos por manter base com dados sigilosos de ministros do STF

PF prende suspeitos de manter base com dados sigilosos de ministros do STF; operação autorizada por Alexandre de Moraes mira organização que obtém e comercializa dados.

A operação foi autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.
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  • A Polícia Federal cumpre cinco mandados de prisão e quatro de busca e apreensão contra suspeitos de manterem uma plataforma com dados de ministros do STF.
  • Até o momento, quatro pessoas ligadas à plataforma já foram presas.
  • A operação foi autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.
  • A PF aponta que o objetivo é desarticular uma organização criminosa especializada na obtenção, adulteração, comercialização e disseminação ilícita de dados pessoais sensíveis de bases governamentais e privadas.
  • As investigações começaram após a identificação de uma base de dados não oficial abastecida por acessos indevidos a sistemas governamentais, com informações de ministros do STF.

A Polícia Federal cumpre hoje cinco mandados de prisão e quatro de busca e apreensão contra suspeitos de manterem uma plataforma com dados sigilosos de ministros do STF. A ação visa desarticular uma organização criminosa que lidava com dados pessoais obtidos de bases governamentais e privadas.

Até o momento, quatro pessoas ligadas à plataforma foram presas. A PF aponta que o grupo armazenava, comercializava e disseminava as informações. A operação foi autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.

A investigação tem origem na identificação de uma base de dados não oficial, abastecida por acessos indevidos a sistemas governamentais. As informações envolvem dados de ministros do STF.

> Polícia Federal, em nota

São apurados crimes como organização criminosa, invasão de dispositivo informático, furto qualificado mediante fraude, corrupção de dados e lavagem de dinheiro.

Desdobramentos

A PF não informou o número exato de mandados que já foram cumpridos nem as identidades dos investigados. As buscas seguem nos locais autorizados pela Justiça. Mais informações devem ser divulgadas pela corporação.

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