- Mendonça determinou a prisão de Daniel Vorcaro e de três integrantes de sua milícia, além da instalação de tornozeleiras a dois executivos afastados do Banco Central em janeiro.
- Segundo a Polícia Federal, Paulo Souza (diretor de Fiscalização) e Bellini Santana (chefe de supervisão) teriam relação com Vorcaro.
- A investigação aponta para suposta coordenação de profissionais do crime para corromper servidores públicos de altos escalões da República.
- Vorcaro passa a gerir seu único ativo com valor de mercado: segredos, em meio ao receio de um acordo de colaboração judicial.
- A PF indica que, para parafrasear, as evidências e versões associam as culpas a Vorcaro, cabendo eventual acordo apenas se houver cooperação de superiores.
O ministro Supremo André Mendonça determinou a prisão de Daniel Vorcaro e de três integrantes de sua milícia, em despacho publicado pelo tribunal. Além das prisões, a decisão incluiu a instalação de tornozeleiras em dois executivos afastados do Banco Central em janeiro.
Segundo a Polícia Federal, houve coordenação entre criminosos para corromper servidores públicos de altos escalões da República. A ação envolve ainda a participação de Vorcaro em operações e a relação com integrantes da instituição financeira.
Entre os detidos aparecem Vorcaro, apontado como figura central, e três membros de sua milícia. A PF não detalha as informações sigilosas, mas enfatiza a rede de contatos e a abrangência das possíveis irregularidades.
Além das prisões, a operação visa rastrear desvios ocorridos em órgãos da esfera pública e financeira. A investigação busca esclarecer o papel de cada envolvido e os mecanismos de cooptação utilizados para facilitar crimes de alta complexidade.
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