- A Polícia Federal sugeriu ampliar o esquema de proteção para a família do ministro da Justiça, André Mendonça, após a tentativa de ataque na semana passada.
- A recomendação decorre do risco potencial à integridade da família, segundo fontes ouvidas pelo G1; a decisão final cabe ao ministro.
- A tentativa de invasão ocorreu na noite do dia 26, quando um homem foi detido ao tentar entrar na residência do ministro em Brasília e encaminhado à Polícia Civil do Distrito Federal, liberado após depoimento.
- Mendonça não estava na residência no momento; a PF reforçou a segurança e a rotina do ministro, que já recebe escolta policial.
- Detalhes específicos do novo esquema não foram divulgados, mas pode incluir mais agentes e medidas adicionais de proteção, a serem avaliados pelo ministro.
A Polícia Federal avaliou a possibilidade de ampliar o esquema de proteção para a família do ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça. A recomendação veio após a tentativa de ataque à residência dele, em Brasília, na semana passada, quando um homem tentou entrar no imóvel.
Segundo informações obtidas pelo G1, há percepção de risco à integridade da família Mendonça. A decisão final cabe ao ministro, que poderá aceitar ou rejeitar a sugestão apresentada pela PF. O ministro não estava no local no momento da invasão.
A tentativa ocorreu na noite de quarta-feira, 26, e o suspeito foi detido pela Polícia Militar e encaminhado à Polícia Civil do Distrito Federal, onde foi ouvido e liberado. A PF reforçou a proteção na residência e na rotina do ministro, que já recebe escolta policial.
Ampliação do esquema de proteção
Fontes próximas indicam que a ampliação pode contemplar a atuação de mais agentes e medidas adicionais de proteção, sem detalhes oficiais sendo divulgados pela PF. A decisão final permanece com Mendonça, que deverá avaliar a recomendação.
Reforço de segurança na rotina
Com a lavra da PF, a residência passa a contar com maior vigilância e planejamento de proteção para o ministro e familiares. A PF não divulgou especificidades, mas reforçou que a proteção segue sendo prioridade.
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