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Sicário de Vorcaro morre no hospital, diz advogado

Luiz Phillipi Mourão, o “sicário” de Vorcaro, morre no hospital após protocolo de morte encefálica; PF investiga custódia e vínculos com a organização criminosa

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o 'Sicário', quando foi preso em outra investigação em MG — Foto: Reprodução
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  • Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” de Vorcaro, morreu nesta sexta-feira (6); o óbito foi confirmado às 18h55 após o encerramento do protocolo de morte encefálica.
  • O corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal.
  • A Polícia Federal abriu inquérito na quinta-feira (5) para apurar a custódia de Mourão na Operação Compliance Zero; conforme a PF, ele atentou contra a própria vida enquanto estava sob custódia.
  • Mourão era apontado como braço da organização criminosa chefiada por Daniel Vorcaro, executando monitoramento de alvos, extração ilegal de dados e ações de intimidação.
  • Há indícios de que Mourão recebia cerca de R$ 1 milhão por mês pelos serviços ilícitos prestados à organização.

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como o ‘Sicário’ de Vorcaro, faleceu nesta sexta-feira (6) no hospital. A defesa informou que o óbito foi confirmado às 18h55, após o encerramento do protocolo de morte encefálica iniciado pela manhã.

De acordo com a defesa, Mourão estava sob custódia da Polícia Federal na Superintendência Regional de Minas Gerais. O corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal para procedimentos cabais.

A PF abriu, na quinta-feira (5), um inquérito para apurar as circunstâncias da custódia de Mourão, preso na Operação Compliance Zero, que apura fraudes financeiras ligadas ao Banco Master. A ação envolve outros presos, como Daniel Vorcaro.

Avanços da investigação

A PF informou que Mourão atentou contra a própria vida enquanto estava sob custódia, e afirmou que toda a ação e o atendimento foram registrados em filmagens. As investigações apontam papel central de Mourão na organização criminosa.

A apuração indica que Mourão recebia supostamente 1 milhão de reais por mês como remuneração pelos serviços ilícitos atribuídos a Vorcaro. A operação também investiga monitoramento de alvos, extração ilegal de dados e ações de intimidação.

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