- STF afirma que mensagens atribuídas a Moraes não foram enviadas ao ministro; análise técnica aponta que prints estão vinculados a outros contatos do celular do empresário Vorcaro.
- Investigações indicam que mensagens de visualização única enviadas em 17 de novembro de 2025 não conferem com os contatos do ministro nos arquivos apreendidos.
- O STF destaca sigilo decretado pelo ministro André Mendonça, o que impede divulgação dos nomes associados aos arquivos.
- Conteúdo do aparelho é uma captura de tela de bloco de notas com pergunta sobre novidades, segundo informações do jornal O Globo.
- Trechos citam reunião com “alexandre moraes” em Campos; na lista de contatos há a esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, e o sócio de escritório Mágino Alves Barbosa Filho, registrado como “Mágino Barci de Moraes”.
O STF informou que as mensagens atribuídas ao empresário Daniel Vorcaro em arquivos divulgados pela CPMI do INSS não foram enviadas ao ministro Alexandre de Moraes. A Secretaria de Comunicação da Corte divulgou uma nota técnica que aponta que os prints estariam vinculados a outros contatos no celular do empresário.
Segundo a análise, as mensagens visualizadas por investigadores em 17 de novembro de 2025 não correspondem aos contatos do ministro nos arquivos apreendidos. A verificação indica que os itens não foram enviados diretamente ao ministro.
O STF acrescentou que os nomes vinculados aos arquivos permanecem sob sigilo, conforme decisão do ministro André Mendonça. A divulgação ocorreu apenas de acordo com o material disponibilizado pela CPMI aos veículos de imprensa, sem identificação de todos os destinatários.
O conteúdo apreendido traz uma captura de tela de um bloco de notas com a pergunta sobre o andamento de uma tentativa de solução, segundo reportagem do jornal O Globo. O texto teria sido enviado a Moraes pouco tempo antes da prisão do empresário.
Entre as mensagens analisadas, Vorcaro menciona uma reunião com Alexandre Moraes em Campos, cidade associada a um feriado. A lista de contatos do aparelho cita ainda a esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, e o sócio de escritório da advogada, listado como Mágino Barci de Moraes.
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