Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Deputada propõe lei para criminalizar movimento redpill e incitações misóginas

Projeto de lei de Duda Salabert criminaliza movimento redpill, incitação misógina e organização violenta, ampliando penas e responsabilizando disseminadores

Manifestante em Brasília durante o Levante Mulheres Vivas
0:00
Carregando...
0:00
  • A deputada federal Duda Salabert protocolou um projeto de lei para criminalizar o movimento redpill e outras associações que promovem ódio contra mulheres.
  • O texto propõe alterar o Código Penal para punir incitação misógina organizada, com reclusão de um a quatro anos e multa, incluindo quem dissemina conteúdos.
  • A pena pode ser aumentada se houver incitação explícita à violência física ou sexual ou se a incitação resultar em violência por terceiros.
  • O projeto também criminaliza a chamada organização discriminatória violenta, grupos criados para coordenar violência sistemática contra mulheres, com reclusão de um a dois anos e multa.
  • Salabert afirma que a proposta não restringe a liberdade de expressão, mas mira estruturas organizadas que promovem violência e desumanização, associando esse contexto ao aumento de feminicídio no país.

A deputada federal Duda Salabert (PDT) protocolou um projeto de lei que pretende criminalizar o movimento redpill e outras associações que promovem ódio contra as mulheres. A proposta altera o Código Penal para punir a incitação misógina organizada.

O texto descreve a criação de normas para punir quem promove ou organiza ações que incitem ou legitimem violência contra mulheres por motivo de gênero. A pena prevista é de 1 a 4 anos de reclusão, além de multa, incluindo quem dissemina o conteúdo.

Além disso, o PL prevê aumento de pena em casos de incitação explícita à violência física ou sexual ou quando a incitação resulta em violência por terceiros. Também propõe criminalizar a chamada organização discriminatória violenta.

Proposta e objetivos

Salabert sustenta a necessidade de lidar com comunidades digitais que disseminam ideologias misóginas, conhecidas como red pill. Ela afirma que esses grupos funcionam como ecossistemas de radicalização, que promovem agressões, perseguições, assédio e violência sexual contra mulheres.

A parlamentar noticia que muitos ataques contra mulheres tiveram origem em fóruns ou comunidades que promovem esse conteúdo. A proposta, segundo ela, não restringe liberdade de expressão nem debates, mas visa estruturas organizadas que promovam violência.

Desdobramentos esperados

O texto aponta que a criminalização busca diferenciar opinião individual de mobilização coletiva para práticas criminosas. A ideia é coibir a atuação de grupos que organizam ou estimulam violência, mantendo o foco na punição de estruturas que promovem desumanização.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais