Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Gilmar critica vazamento de mensagens íntimas de Vorcaro: barbárie institucional

Gilmar Mendes classifica o vazamento de mensagens íntimas de Vorcaro como barbárie institucional e destaca violação da intimidade na semana da mulher

O ministro Gilmar Mendes protagoniza uma tentativa do STF de melhorar sua imagem na mídia. (Foto: Antonio Augusto/STF)
0:00
Carregando...
0:00
  • O decano do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, criticou o vazamento de dados do sigilo telefônico de Daniel Vorcaro, dizendo que a divulgação de mensagens íntimas é grave e configura barbárie institucional.
  • Mendes afirmou que a divulgação ocorre na semana da mulher, indicando uma tentativa de desmoralização e controle sobre as mulheres.
  • O vazamento ocorreu após o ministro André Mendonça liberar o sigilo do material, que estava com a Polícia Federal e foi compartilhado com a CPMI do INSS; houve troca de mensagens entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes.
  • Mendonça determinou que o vazamento seja investigado.
  • Mendes ressaltou a necessidade da LGPD Penal para proteger dados na esfera criminal e criticou transformar a investigação em espetáculo público.

Gilmar Mendes, decano do STF, criticou nesta segunda-feira o vazamento de dados do sigilo telefônico de Daniel Vorcaro, banqueiro envolvido em investigação. A divulgação de mensagens privadas foi considerada grave por ele, especialmente por ocorrer na semana em que se celebra o Dia Internacional da Mulher. O ministro ressaltou que a exposição representa uma barbárie institucional.

O material vazado surgiu após decisão do ministro André Mendonça de levantar o sigilo do material probatório, mantido pela Polícia Federal e utilizado pela CPMI do INSS. O episódio também revelou uma troca de mensagens entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, cuja divulgação foi alvo de apuração.

A posição de Mendes foi compartilhada em nota publicada nas redes sociais, onde o ministro citou a violação ao direito à intimidade e a necessidade de reforçar salvaguardas legais. Ele defendeu a inutilização de trechos que não interessem à persecução penal e destacou o papel da LGPD Penal na condição de proteção de dados na esfera criminal.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais