- Leila Pereira, presidente do Palmeiras e da Crefisa, pediu adiamento do depoimento na CPMI do INSS, alegando compromissos prévios.
- A Crefisa venceu 25 dos 26 lotes do pregão para pagar beneficiários do INSS, mas o processo foi suspenso por suspeitas de irregularidades.
- O contrato foi interrompido em outubro de 2025 após reclamações de aposentados e pensionistas encaminhadas a Procon, Ministério Público Federal, OAB, Fala.BR e Ouvidoria do INSS.
- As queixas incluem atrasos no recebimento, recusa de pagamento, coação para abrir conta, venda casada, portabilidades indevidas e falhas de atendimento.
- Ontem, Leila assistiu ao Palmeiras vencer o Novorizontino e conquistar o 27º título paulista.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras, pediu o adiamento do depoimento que faria hoje na CPMI do INSS. Ela ocupa também o cargo de presidente da Crefisa, instituição financeira envolvida em um pregão suspenso por suspeita de irregularidades.
A CPMI aguardava a participação de Leila para esclarecer a atuação da Crefisa, vencedora de 25 dos 26 lotes ofertados em 2024 para pagamento de beneficiários do INSS. A defesa pediu nova data de oitiva por compromissos prévios.
O contrato da Crefisa foi interrompido em outubro de 2025, após reclamações de aposentados e pensionistas. Relatos apontaram atrasos, recusas de pagamento, cobrança de conta e venda casada de produtos, entre outras falhas.
Entre as reclamações, constam ainda espuma de serviços: filas longas, falta de caixas eletrônicos, portabilidades indevidas e ausência de um sistema de triagem, queixas de atendimento e informações insuficientes.
A Crefisa negou irregularidades e afirmou ter investido cerca de R$ 1 bilhão na prestação de serviços aos beneficiários desde o início do contrato. Ontem, o Palmeiras venceu o Novorizontino e conquistou o 27º título paulista da história.
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