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Presidente do Palmeiras não vai à CPMI do INSS, cita premiação pelo Paulista

Presidente da Crefisa não vai à CPMI do INSS por evento de premiação do Palmeiras; defesa permanece aberta a comparecimento se novos requerimentos forem aprovados

Leila Pereira, presidente do Palmeiras — Foto: Cesar Greco/Palmeiras
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  • Leila Pereira não comparecerá ao depoimento da CPMI do INSS nesta segunda-feira, nove, devido a um evento de premiação pelo título paulista.
  • A defesa informou que haverá cerimônia de encerramento pelo título paulista de 2026 e que Pereira estará fora do país entre os dias dez e vinte e cinco, impossibilitando a presença.
  • O CEO do Banco C6, Artur Azevedo, também não participará da audiência, citando a decisão do ministro Flávio Dino.
  • A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal suspendeu parte das quebras de sigilo aprovadas para a CPMI, o que pode invalidar a convocação.
  • O requerimento para ouvir Pereira se baseia em informações do presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, e aponta que a Crefisa teve papel central na operação de pagamento de novos benefícios, sujeita a restrições.

O que aconteceu: a presidente da Crefisa, Leila Pereira, informou à CPMI do INSS que não comparecerá ao depoimento marcado para segunda-feira (9). A justificativa é um evento de premiação pelo título paulista conquistado pelo Palmeiras.

Quem está envolvido: além de Leila Pereira, o presidente do Palmeiras, a presidente do Banco Crefisa e da Crefisa S.A. também são citados. O CEO do Banco C6, Artur Azevedo, também havia sido convocado para depor.

Quando e onde: o depoimento estava marcado para esta segunda, na CPMI do INSS. A defesa alegou compromisso institucional previamente agendado e a cerimônia de encerramento do Campeonato Paulista, em São Paulo.

Por que aconteceu assim: a defesa aponta que a presença pessoal é indispensável e não pode ser transferida. Em relação a Pereira, a defesa ainda informou que a executiva estará fora do país entre os dias 10 e 25.

Desdobramentos: a sessão prevista também incluía o depoimento de Artur Azevedo, que também comunicou ausência. Os dois argumentos Baseiam-se em decisão do ministro Flávio Dino sobre anulação de quebras de sigilo e contestações a convocação.

Reação da CPMI: as defesas indicaram disposição de comparecer se novos requerimentos forem aprovados, em caráter individual, conforme a mudança na leitura da decisão do STF.

Contexto adicional: o requerimento para ouvir Pereira foi baseado em informações fornecidas pelo presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, sobre irregularidades relatadas por beneficiários em pagamentos de consignados.

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