- O ministro Edson Fachin, presidente do STF, defendeu o distanciamento de partes, interesses e cálculos políticos no Judiciário.
- Ele afirmou que o Judiciário vive momento de tensão, mas não pode sair desse momento menor do que entrou.
- A declaração foi feita na abertura de reunião com as presidências dos tribunais superiores e de segunda instância, na sede do STF.
- Fachin ressaltou que o distanciamento saudável facilita a justiça social e que a imparcialidade é condição de equidade.
- Disse que não veio impor conclusões, mas ouvir contribuições e discutir posições jurídicas legítimas pelos caminhos adequados.
O presidente do STF, ministro Edson Fachin, destacou a necessidade de distanciamento de partes, interesses e cálculos políticos no Judiciário. A declaração ocorreu na abertura de uma reunião na sede do STF, com Presidências de Tribunais Superiores e tribunais de segunda instância.
Fachin afirmou que o Judiciário vive um momento de tensão e que é fundamental manter a imparcialidade como base para a justiça social. Ele enfatizou que não trará conclusões, mas ouvirá contribuições e respeitará posições jurídicas legítimas.
A fala ocorreu durante o encontro entre autoridades do Judiciário, em que o tema central foi preservar a independência diante de debates sobre remuneração, benefícios e limites constitucionais. O ministro destacou a importância do exemplo institucional.
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