- O ministro Alexandre de Moraes fixou o prazo de trinta dias para a Polícia Federal encaminhar o relatório final do inquérito contra o influenciador Monark.
- Moraes pediu que os autos fossem encaminhados à PF para analisar informações prestadas pelo TikTok no ano passado.
- A apuração começou logo após os ataques de oito de janeiro de dois mil e vinte e três, quando perfis de Monark foram alvo de bloqueio por supostamente instigarem os atos.
- No início de dois mil e vinte e cinco, o ministro autorizou a reativação das páginas do influenciador, mantendo apenas a exclusão das postagens que motivaram o bloqueio.
- A suspensão não era mais necessária àquela altura da apuração, segundo Moraes.
O ministro do STF Alexandre de Moraes determinou o prazo de 30 dias para a Polícia Federal encaminhar o relatório final do inquérito que apura possível desobediência a decisões judiciais envolvendo o influenciador Monark. Moraes também mandou que os autos fossem entregues à PF para análise das informações prestadas pelo TikTok.
A investigação teve início após os ataques de 8 de janeiro de 2023. Na ocasião, perfis ligados a Monark constavam da lista de contas bloqueadas por Moraes, sob a justificativa de potencial instigação aos atos golpistas.
Desde o começo de 2025, Moraes autorizou a reativação das páginas do influenciador, entendendo que a suspensão não era mais necessária naquele estágio da apuração. Foi mantida a exclusão das postagens que motivaram o bloqueio inicial.
Medidas recentes
- A reativação das redes de Monark ocorreu com a ressalva de excluir apenas conteúdos que motivaram a ordem de bloqueio.
- A natureza do inquérito continua sendo apurada pela PF, com o relatório final aguardado dentro do prazo estabelecido.
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