- A avaliação negativa do governo Lula subiu de 39% para 43% no último mês, segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje.
- O levantamento mostra queda gradual da avaliação desde outubro, quando era 37%; em janeiro e fevereiro de 2026, 39% avaliaram negativamente.
- A avaliação positiva está em 31% e a percepção de gestão regular, em 25%. Há um ano, a positiva era 27%.
- Aprovação do governo é de 44% e desaprovação, 51%; 5% não souberam ou não responderam.
- A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 6 e 9 de março, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
- Sobre a economia, 48% dos eleitores dizem que piorou nos últimos 12 meses; 26% dizem que ficou igual e 24% que melhorou.
- Em relação à isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000, apenas 31% afirmaram ter recebido o benefício em março, 66% não estão se beneficiando.
A avaliação negativa do governo Lula subiu 4 pontos na última leitura da Genial/Quaest e chegou a 43%. O levantamento aponta o incremento no período de janeiro a fevereiro de 2026, em meio a críticas a políticas e conjuntura econômica.
A pesquisa aponta que a desaprovação também aumentou, atingindo 51% dos entrevistados, contra 44% que aprovam o governo. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança, e o levantamento ouviu 2.004 pessoas entre 6 e 9 de março.
Desde outubro, o índice negativo já subiu de 37% para 43%, conforme o histórico da pesquisa. Em fevereiro, 39% avaliam o governo negativamente, 31% positivamente e 25% da população considera o governo regular.
Desempenho e percepções
A avaliação positiva do governo ficou em 31% em fevereiro, ante 33% no mês anterior. A dos que veem o governo como regular foi de 25% em fevereiro, frente a 26% em janeiro.
Apoio ao governo permanece menor que o desaprovo entre os entrevistados, com 44% de aprovação e 51% de desaprovação. Não sabem ou não responderam somaram 5%.
Economia em debate
Na percepção econômica, 48% dos eleitores avaliam que a situação piorou nos últimos 12 meses. Outros 26% enxergam estabilidade e 24% apontam melhora. 2% não souberam ou não responderam.
O estudo também aborda a isenção do Imposto de Renda para trabalhadores que ganham até R$ 5.000, válida desde janeiro. Em outubro, 61% disseram que seriam beneficiados; em março, apenas 31% afirmaram ter recebido o benefício. Entre os pesquisados, 66% dizem não estar se beneficiando, e 3% não responderam.
A pesquisa foi paga pela Genial Investimentos e registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o código BR-05809/2026. Os resultados ajudam a mapear a variação de opinião sobre o governo nos primeiros meses de 2026.
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