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CPI do Crime Organizado quebra sigilo do cunhado de Vorcaro e do sicário

CPI quebra sigilos de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, e de Luiz Phillipi Mourão, o Sicário, na Operação Compliance Zero, apurando ameaças, lavagem de dinheiro e invasão de sistemas

Empresário e pastor Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
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  • A CPI do Crime Organizado aprovou a quebra de sigilos de Fabiano Zettel e de Luiz Phillipi Mourão.
  • Fabiano Zettel é cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master; Mourão é conhecido como Sicário e morreu na semana passada, após prisão na Operação Compliance Zero.
  • Os tipos de sigilo são diferentes: Zettel teve sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático; Mourão teve sigilos bancário e fiscal.
  • As quebras foram aprovadas em bloco, sem voto nominal, e nenhum senador da CPI se manifestou contra.
  • Mourão morreu dois dias após uma tentativa de suicídio na cadeia; o ocorrido está sob investigação pela Polícia Federal.

A CPI do Crime Organizado no Senado aprovou a quebra de sigilo de Fabiano Zettel e de Luiz Phillipi Mourão. As medidas visam aprofundar investigações sobre possível atuação de uma organização criminosa ligada ao高 banqueiro Daniel Vorcaro.

Fabiano Zettel é cunhado de Vorcaro, dono do Banco Master. Já Mourão, conhecido como Sicário, morreu na semana passada após ser preso sob suspeita de cumprir ameaças de violência a mando do empresário. As quebras incluem diferentes alvos e abrangências.

As medidas foram aprovadas em bloco, sem voto nominal divulgado pelos senadores, e não houve oposição formal entre os membros da CPI. O julgamento segue no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga acusações de ameaça, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos.

Sigilos e alcance das quebras

  • Zettel teve sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático autorizados.
  • Mourão teve sigilos bancário e fiscal liberados.

Contexto da operação

  • As prisões ocorreram na semana passada, em uma nova fase da operação.
  • A apuração envolve supostas práticas criminosas associadas ao grupo investigado.

Desfecho e próximos passos

  • Mourão morreu dois dias após uma tentativa de suicídio na cadeia, segundo a Polícia Federal.
  • A PF investiga as circunstâncias da morte e mantém o andamento da apuração.

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