- O presidente Lula ainda não enviou ao Senado a mensagem formal com a indicação de Jorge Messias para vaga no Supremo Tribunal Federal.
- A formalização depende de uma “janela política favorável” e da expectativa de apoio suficiente no Senado.
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tem resistência à indicação, o que dificultou o diálogo entre Executivo e Congresso.
- O ministro Messias já percorre gabinetes de senadores, com o AGU entrando em contato com mais de setenta parlamentares.
- A nomeação precisa de maioria absoluta, ou seja, pelo menos 41 votos, e Messias é visto como técnico e moderado, para substituir Luís Roberto Barroso, que aposentou-se antecipadamente.
O presidente Lula ainda não enviou oficialmente ao Senado a mensagem com a indicação de Jorge Messias para vaga no Supremo Tribunal Federal. A decisão depende, segundo aliados, de uma janela política favorável.
A relação entre o Palácio do Planalto e o Congresso vive tensões. A resistência de Davi Alcolumbre, atual presidente do Senado, à escolha de Messias atingiu o diálogo entre as Casas. Em 2025, ele chegou a publicar uma nota crítica sobre a demora na oficialização.
Interlocutores do Planalto afirmam que Lula não encaminhará a mensagem sem a convicção de que o Senado aprovará Messias. A avaliação sobre a confiança no resultado depende de avanços nas negociações com Alcolumbre.
Enquanto isso, Messias segue percorrendo gabinetes da Casa. O advogado-geral da União já entrou em contato com mais de 70 senadores na tentativa de angariar apoio para a indicação.
A aprovação exige maioria absoluta, isto é, 41 votos. Messias é Evangélico, servidor de carreira e figura de confiança de Lula, visto como técnico e moderado. Caso seja confirmado, substituirá Luís Roberto Barroso, que anunciou aposentadoria antecipada.
A expectativa sobre o desfecho ocorre em meio a disputas políticas no Senado e ao desgaste entre o governo e a maioria da Casa. O momento decisivo ainda não foi definido pelos comandantes do Executivo e do Legislativo.
Entre na conversa da comunidade