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Câmara aprova venda de spray de pimenta para mulheres a partir de 16 anos

Projeto libera venda de spray de pimenta a mulheres com 16 anos ou mais, mediante documento de identidade, em estabelecimentos autorizados

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  • A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que permite a venda de spray de pimenta para mulheres acima de 16 anos.
  • A proposta, de autoria do deputado João Silva (PSD), foi aprovada por unanimidade na comissão especial e segue para o plenário.
  • O produto poderá ser adquirido mediante apresentação de documento de identidade e será vendido em estabelecimentos autorizados, como lojas de conveniência e farmácias.
  • O objetivo é oferecer uma defesa rápida e de baixo custo em situações de perigo iminente.
  • O projeto aguarda votação no plenário; se aprovado, seguirá para sanção presidencial e regulamentação pelos órgãos competentes.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 12, um projeto de lei que autoriza a venda de spray de pimenta para mulheres a partir de 16 anos. A medida, se adjusta, prevê aquisição mediante apresentação de documento de identidade e venda em estabelecimentos autorizados, como lojas de conveniência e farmácias.

O texto é de autoria do deputado João Silva (PSD) e foi aprovado por unanimidade na comissão especial. A proposta segue agora para análise pelo plenário, com expectativa de votação ainda nesta semana.

O objetivo, segundo o autor, é ampliar o acesso a dispositivos de defesa pessoal, especialmente para mulheres que vivem em áreas de risco ou se sentem vulneráveis. A justificativa é oferecer uma ferramenta rápida, de baixo custo, para situações de perigo iminente.

A proposta determina que o spray de pimenta seja comercializado apenas por canais licenciados e que o comprador apresente documento oficial. A fiscalização ficará a cargo dos órgãos competentes, seguindo regulamentação futura.

Contexto

O debate acompanha a atuação de movimentos sociais que defendem maior proteção às mulheres e maior facilitação para portar dispositivos de defesa pessoal. A medida é apresentada como parte de ações de segurança pública.

Repercussão

Especialistas destacam que a medida pode ampliar opções de autoproteção sem exigir treinamento específico. A tramitação no plenário ainda depende de maioria simples para seguir para sanção presidencial, quando poderá se tornar lei.

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