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Netanyahu ameaça o novo líder supremo do Irã, defende ataque conjunto com EUA

Netanyahu faz ameaça velada ao novo líder supremo do Irã e defende ofensiva conjunta com os EUA, afirmando que Teerã e Hezbollah não são mais as mesmas ameaças

Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu gestures as he speaks during the Conference of Presidents of Major American Jewish Organisations, in Jerusalem, February 15, 2026. REUTERS/Ronen Zvulun
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  • O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez uma ameaça velada de atingir o novo líder supremo do Irã durante a primeira coletiva desde o início da guerra.
  • Ele defendeu o ataque militar conjunto com os EUA contra o Irã, afirmando que Teerã sofreu golpes nas Forças Revolucionárias e na Basij.
  • Netanyahu disse que o Irã e o Hezbollah não representam mais as mesmas ameaças de antes.
  • Sobre possíveis ações contra o Ayatollah Mojtaba Khamenei e o líder do Hezbollah, Naim Qassem, ele não detalhou planos, apenas disse que não iria oferecer “seguro de vida” para os líderes do grupo.
  • O premiê afirmou falar diariamente com o presidente dos EUA, Donald Trump, e que as conversas são livres e abertas.

O primeiro pronunciamento de imprensa desde o início do conflito teve como foco a defesa da operação conjunta com os EUA contra o Irã. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez um discurso em Jerusalém na quinta-feira, transmitido por videoconferência.

A fala ocorreu após quase duas semanas de ataques aéreos entre Israel e EUA contra alvos no Irã. Netanyahu afirmou que o Irã sofreu impactos relevantes, especialmente sobre as Forças Guardas Revolucionárias e a milícia Basij, fortalecendo o tom da ofensiva.

Na entrevista, o premiê também comentou o papel do grupo libanês Hizballá, que respondeu aos ataques de Teerã ao abrir fogo no início de março. Netanyahu não confirmou planos específicos contra o novo líder iraniano ou o líder do Hizballá, mantendo sigilo estratégico.

Ele enfatizou que o Irã e o Hizballá não representam mais as mesmas ameaças de antes, segundo sua avaliação. O premiê declarou ainda que mantém contato diário e aberto com o presidente dos EUA, Donald Trump, para alinhar ações militares.

As declarações ocorreram em meio a promessas de continuidade da ofensiva com apoio americano, sob o argumento de buscar dissuasão e resposta a ataques com origem no Irã. O objetivo declarado é detalhado apenas de forma estratégica, sem anunciar passos imediatos.

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