- Pesquisa Genial/Quaest aponta queda de 7 pontos na confiança no STF, em meio ao caso Master; levantamento com 2.004 pessoas ocorreu de 6 a 9 de março, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
- Confiança no STF em março de 2026: não confia 49%, confia 43% e não sabe/não respondeu 8%.
- Conhecimento sobre a prisão de Daniel Vorcaro: 65% sabem, 33% não sabem, 2% não opinaram.
- Escala de impacto do escândalo Master: “todos eles” 40% é a resposta mais citada como instituição mais afetada; STF/Judiciário 13%.
- Percepções gerais: 72% concordam que o STF tem excesso de poder; 51% consideram o STF importante para a democracia; 59% veem vantagem de aliança entre STF e governo Lula; 66% aceitam votar em senadores pró-impeachment de ministros do STF.
A pesquisa conjunta Genial/Quaest aponta queda na confiança no Supremo Tribunal Federal (STF) em março de 2026, em meio ao caso Master. Foram entrevistadas 2.004 pessoas presencialmente entre 6 e 9 de março, com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
A sondagem mostra que 49% não confiam no STF, frente a 47% em agosto de 2025. Já os que confiam somam 43%, ante 50% da rodada anterior. Os indecisos/não responderam subiram para 8%.
A pergunta sobre o conhecimento da prisão de Daniel Vorcaro apontou 65% que sabem, 33% que não sabem e 2% que não opinaram. Entre os entrevistados, 40% apontam o STF/Judiciário como a instituição mais impactada pelo escândalo do Banco Master.
Principais números
- Sobre o poder do STF: 72% concordam que há excesso, 18% discordam, 8% não sabem/não responderam.
- Importância da democracia: 51% veem o STF como essencial, 38% discordam.
- Aliança STF/Governo Lula: 59% concordam, 26% discordam.
- Votar em senadores pró-impeachment de ministros do STF: 66% concordam, 22% discordam.
Contexto sobre o tema
A pesquisa amplia o retrato de percepção pública sobre o STF e seu papel político, ressaltando o impacto de crises institucionais na confiança popular. Os dados indicam severas dúvidas sobre equilíbrio de poderes e sobre a relação entre o tribunal e o governo atual.
Fonte: Genial Investimentos em parceria com Quaest.
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