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SBT se manifesta após transfobia ao vivo envolvendo Ratinho e Erika Hilton

SBT repudiou transfobia de Ratinho contra Erika Hilton; fala ao vivo é analisada pela direção, com possível ação disciplinar

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  • SBT divulgou nota repudiando as falas transfóbicas de Ratinho ao vivo e informou que as declarações estão sendo analisadas pela direção.
  • As declarações ocorreram ao comentar a nomeação de Erika Hilton para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara.
  • Erika Hilton protocolou no Ministério Público de São Paulo um pedido de investigação e de inquérito policial contra Ratinho, com possibilidade de prisão em caso de condenação (até seis anos de detenção).
  • O jornal Folha de S. Paulo aponta que Erika também solicita indenização de R$ 10 milhões por danos morais coletivos causados à população trans e travesti.
  • Erika confirmou a denúncia em X, afirmando que o SBT e Ratinho pagarão na esfera civil e criminal, defendendo-se como mulher trans.

O SBT confirmou repúdio às declarações de Ratinho ao vivo, ocorridas durante seu programa. A emissora informou que as falas foram analisadas pela direção e que não representam a visão da casa. O caso envolve a deputada Erika Hilton, nomeada para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.

A repercussão ocorreu na última quarta-feira, quando Ratinho fez comentários considerados transfóbicos sobre Hilton. A emissora afirmou que manterá os valores da empresa e tratará o tema internamente para assegurar o respeito entre colaboradores.

A deputada Erika Hilton acionou o Ministério Público de São Paulo para investigar o apresentador. O pedido envolve abertura de inquérito policial e possível prisão, conforme apurado pelo MP-SP. A ação também sugere indenização por danos morais coletivos, segundo o relato de imprensa.

Em mensagem nas redes, Hilton reiterou que a ação envolve responsabilização cível e criminal, destacando que a sociedade é quem sofrerá com as atitudes. A deputada continua defendendo os direitos de mulheres trans e travestis e reafirma a identidade de gênero.

Fontes informaram que a denúncia tramita no Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância do MP-SP. O caso permanece em andamento, com andamento de apuração e eventual desdobramento legal.

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