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Trump se interessa por sapatos de empresa que o processou por tarifas

Trump compra e regala sapatos oxford da Florsheim, enquanto Weyco processa o governo por tarifas que prejudicam lucros e economia global

Desde la izquierda, Donald Trump, Marco Rubio, Scott Bessent, Howard Lutnick, Chris Wright y Steve Witkoff, en el Foro Económico de Davos, el pasado 21 de enero.
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  • Trump demonstra fascínio por sapatos oxford da Florsheim, fabricados no exterior, que ele costuma comprar e presentear a membros de seu entorno.
  • A Weyco, empresa-mãe da Florsheim, abriu processo contra a Casa Branca alegando impactos de tarifas impostas pelo governo americano, sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional.
  • O preço do sapato listado é de 145 dólares; a empresa afirma ter registrado perdas significativas e aponta aumento de preço em resposta às tarifas.
  • Imagens viralizadas mostram Trump com um grupo de assessores todos usando sapatos pretos semelhantes, incluindo o senador Lindsey Graham e o secretário de Energia, além de revelar o episódio envolvendo Marco Rubio com sapatos possivelmente da marca.
  • A reportagem também relembra que Rubio já apareceu com botas de Florsheim em campanha de 2016, momento citado para contextualizar a relação entre o político e a marca.

Donald Trump mantém um interesse público por sapatos da marca Florsheim, fabricados no exterior. A peça mostra que o presidente tem adquirido e distribuído repetidamente esses modelos de Oxford entre seus assessores e aliados.

A empresa Weyco, controladora da Florsheim, acionou a Casa Branca em um processo nos EUA. O foco é a política de tarifas adotada usando a IEEA, questionando impactos econômicos globais e a condução de medidas sem aviso ou diálogo.

Os sapatos, vendidos a cerca de US$ 145, aparecem em registros de compras do governo e também como itens de presente a funcionários da Casa Branca, incluindo figuras da liderança republicana, segundo reportagem do The Wall Street Journal.

A divulgação enfatiza que o lote de pares é grande o suficiente para compor uma visão de “culto” ao item, com regras simples: quem não usar pode enfrentar consequências de pertença ao grupo, descrito por fontes anônimas da Casa Branca.

Entre as situações citadas, há retratos de Davos com autoridades associadas a Trump trajando os mesmos sapatos, ressaltando a presença de alguns nomes de peso no entorno do presidente.

Além do uso institucional, a reportagem relembra episódios passados envolvendo o mesmo modelo de Florsheim, inclusive uma referência a campanhas anteriores e contatos com políticos que já foram aliados de Trump.

A Florsheim informou ao Milwaukee Journal Sentinel que os aumentos de preço tiveram impacto devido às tarifas impostas e que tais mudanças atingiram a rentabilidade da marca, ainda que reflitam nos custos de clientes famosos.

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