- Circulam posts nas redes alegando que o governo quer taxar entregadores em 10 reais por corrida, mas isso é falso.
- A proposta em tramitação na Câmara prevê um valor mínimo de remuneração por serviço; a última versão mostrou 8,50 reais, e o governo tenta chegar a 10 reais, sem tratar-se de imposto.
- A ideia foi apresentada pelo deputado Luiz Gastão (PSD-CE) e o texto atual está em comissão especial; o relator, deputado Augusto Coutinho, mantém 8,50 reais.
- Um encontro entre ministros e o presidente da Câmara terminou sem acordo sobre o valor mínimo; há uso indevido de trechos de entrevista do ministro Guilherme Boulos em redes sociais.
- Órgãos oficiais: não há criação de novo tributo; o objetivo é regulamentar o trabalho por aplicativos para proteção social e remuneração mais justa.
É #FAKE que o governo Lula pretende taxar entregadores de aplicativo em 10 reais por corrida. A informação circula como alegação nas redes, mas não corresponde à realidade do debate.
Há uma proposta em tramitação na Câmara que busca estabelecer um valor mínimo de remuneração por entrega e por corrida realizada via apps. A última versão apresentada em dezembro previa mínimo de 8,50 reais, com expectativa de chegar a 10 reais no debate.
O texto foi apresentado pelo deputado Luiz Gastão, doPSD do Ceará, e tramita numa comissão especial. O objetivo é regulamentar o trabalho por aplicativos, assegurando proteção social e remuneração mais estável, sem criar tributo sobre os entregadores.
Esclarecimento sobre o tema
Ministros se reuniram com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para tratar do tema; o encontro terminou sem acordo sobre o valor mínimo por corrida. A imprensa informou que o tema segue em discussão na comissão especial.
Segundo a nota da Secretaria de Comunicação da Presidência, não há cobrança adicional. O que está em debate é um piso para remuneração do serviço, não uma cobrança direta ao trabalhador. O objetivo é estabelecer regras claras para a atividade.
Situação atual do projeto
O projeto, apresentado em julho, deve seguir para votação no plenário ainda neste período, conforme as palavras do presidente da Câmara. O relator, deputado Augusto Coutinho, defende manter o piso em 8,50 reais, citando diferenças de custo entre regiões brasileiras.
A oposição discute o tema, destacando possíveis impactos sobre o custo de entrega de comidas. Em redes, vídeos e mensagens associam o tema a aumento de tarifas, mas a via oficial enfatiza que a proposta não cria imposto nem_taxa paga pelo entregador.
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