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Médico de Bolsonaro afirma que infecção não piorou, mas função renal preocupa

Internado na UTI, Bolsonaro tem evolução estável em tratamento para pneumonia grave.

O senador Flávio Bolsonaro foi visitar o pai no hospital
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  • O médico Leandro Echenique disse que, nas primeiras 48 horas de internação na UTI, os sinais são positivos.
  • Bolsonaro está internado desde sexta-feira, 13, no hospital DF Star, em Brasília, para tratamento de pneumonia grave nos dois pulmões.
  • Os antibióticos teriam começado a fazer efeito, o que explica a ausência de piora no quadro da infecção.
  • A principal preocupação é a função renal, que piorou por causa da infecção, dos vômitos e da desidratação; a equipe faz balanço hídrico para manter maior ingestão de líquido do que o paciente elimina.
  • No boletim deste sábado, houve piora da função renal e elevação dos marcadores inflamatórios; permanece sob observação intensiva, com expectativa de pelo menos sete dias de internação, podendo chegar a 14, e risco real de morte. Michelle Bolsonaro, Laura e Flávio têm visitado o ex-presidente.

O médico Leandro Echenique, cardiologista da equipe que atende o ex-presidente Jair Bolsonaro, informou no fim da tarde de sábado que os sinais das primeiras 48 horas de internação na UTI são positivos. Bolsonaro está internado desde sexta-feira no hospital DF Star, em Brasília, para tratar de uma pneumonia grave nos dois pulmões. A boa resposta aos antibióticos contribui para a avaliação, mas a equipe ressalta preocupação com a função renal, afetada pela infecção, vômitos e desidratação.

Segundo o médico, a equipe realiza um balanço hídrico para manter a ingestão de líquidos acima da que é eliminada, buscando contornar a queda de função renal. A prioridade continua a monitorização clínica e a resposta ao tratamento antibiótico.

Boletins médicos

Na manhã de sábado, o boletim informou piora da função renal e elevação dos marcadores inflamatórios. Médicos afirmaram que Bolsonaro deve permanecer no hospital por pelo menos sete dias para administrar os antibióticos, com possibilidade de extensão até 14 dias conforme a resposta do organismo. Também foi informado que existe risco real de morte e que o caso requer acompanhamento intensivo.

Familiares próximos têm acompanhado a evolução. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a filha Laura têm se revezado na UTI, enquanto Flávio Bolsonaro chegou a Brasília, vindos de Rondônia, para visitar o pai no fim da tarde.

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