- O ministro Alexandre de Moraes autorizou a presença da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a visita de seus filhos Flávio, Carlos, Jair Renan e Letícia Firmo da Silva durante a internação de Jair Bolsonaro no Hospital DF Star, em Brasília, após atraso de saúde.
- Bolsonaro, internado com suspeita de broncopneumonia aguda de origem aspirativa, permanece na unidade de tratamento intensivo para monitorização clínica.
- Moraes determinou que o Núcleo do Custódia do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal garanta vigilância e segurança durante a internação, com equipes de prontidão 24 horas por dia.
- A Polícia Militar deve manter pelo menos dois agentes na porta do quarto, e a entrada na unidade de terapia intensiva ou em quartos com dispositivos eletrônicos está proibida, exceto para equipamentos médicos.
- O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão na Papudinha, no Distrito Federal, por liderar a tentativa de golpe de Estado.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a participação de Michelle Bolsonaro na internação do ex-presidente Jair Bolsonaro no Hospital DF Star, em Brasília. A decisão também permite visitas de filhos e da enteada durante a hospitalização, em caso autorizado.
Bolsonaro foi levado ao DF Star nesta sexta-feira 13, com suspeita de broncopneumonia aguda de origem aspirativa. Médicos iniciaram antibiótico e mantêm o paciente na UTI para monitorização clínica.
Moraes determinou a vigilância da Polícia Militar do Distrito Federal durante a internação, com equipes 24 horas e, no mínimo, dois agentes na porta do quarto. A entrada na UTI e no quarto com dispositivos eletrônicos é proibida, exceto equipamentos médicos.
Contexto médico e regras de acesso
Segundo o relatório do DF Star, o quadro exige acompanhamento médico contínuo e reavaliações periódicas. A permanência de Bolsonaro na internação visa tratamento clínico e observação de evolução.
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão na Papudinha, no DF, em processo relacionado à tentativa de golpe de Estado. A decisão de Moraes não altera o status carcerário enquanto não houver nova determinação judicial.
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