- Policiais rodoviários federais ameaçam paralisar atividades se o governo não avançar com o Fundo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (Funcoc), previsto no PL Antifacção.
- A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais enviou um ofício à direção da corporação questionando a falta de garantias sobre o tema.
- O Funcoc seria usado para reinvestir em modernização, inteligência e tecnologia das forças de segurança federais (PRF, Polícia Federal e Polícia Penal), com recursos eventualmente aquilhados a esse fim.
- Na Câmara, o relator Guilherme Derrite retirou o fundo do texto do PL Antifacção, alterando o destino de muitos recursos previstos originalmente.
- A federação informou ter solicitado reunião com o ministro da Justiça, Wellington César Lima, sem retorno; após assembleia, declarou estado de alerta e sinalizou possibilidade de novas medidas.
Policiais rodoviários federais ameaçam paralisação caso o governo não avance com o Fundo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (Funcoc), previsto no PL Antifacção. A mobilização envolve a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FENAPRF) e a presidência da instituição.
A entidade contesta a retirada do fundo pelo relator Guilherme Derrite (PP-SP) na Câmara. O Funcoc pretendia usar recursos apreendidos para modernizar, formar inteligência e tecnologia nas forças de segurança federais, incluindo a PRF.
Proposta e desdobramentos
A versão aprovada dos deputados destinaria bens apreendidos ao Fundo Nacional de Segurança Pública, com partilha entre estados. A FENAPRF afirma ter pedido reunião com o ministro da Justiça, Wellington Lima, sem retorno até o momento.
Segundo a federação, o estado de alerta foi declarado após assembleia realizada nesta sexta-feira 13. A entidade afirma que medidas futuras não estão descartadas caso não haja avanço no diálogo com o governo.
Contexto e próximos passos
O tema envolve diretamente a atuação da PRF, PF e outras forças de segurança. A discussão sobre o funcionamento do Funcoc permanece em aberto, com a federação cobrando garantias e um canal de negociação ativo.
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