- O presidente do Chile, Jose Antonio Kast, negou que o convite a Flávio Bolsonaro para a posse tenha sido sinal de preferência política.
- Kast afirmou que o convite foi feito a amigos e conhecidos, e que não vê problema em ter senador e pré-candidato entre os convidados.
- Ele citou o encontro com Lula no Panamá, dizendo que Lula não participou da posse em Santiago, o que teria ocorrido após o convite a Flávio.
- Flávio Bolsonaro criticou a desistência de Lula, classificando a postura como intolerante; o chanceler Mauro Vieira foi o representante do Brasil na cerimônia.
- Em 2022, o então presidente chileno Gabriel Boric convidou Lula para sua posse, em meio à recusa de Bolsonaro, que enviou o vice Mourão.
O presidente do Chile, Jose Antonio Kast, afirmou que o convite feito ao senador Flávio Bolsonaro para a posse não representa preferência política. Ele disse que é próximo à família Bolsonaro e que aceitaram o convite por ser de um senador que pretende concorrer à Presidência.
Kast justificou o ato afirmando ter o direito de convidar amigos e pessoas próximas para a cerimônia de posse. O chefe de Estado destacou que o convite era para conhecidos da vida e não para sinalizar apoio político.
O episódio ganhou contornos ao mencionar o encontro de Kast com o presidente Lula no Panamá, em janeiro, que não esteve presente na posse em Santiago. A ausência de Lula decorreu, segundo relatos, do convite a Flávio participar da cerimônia.
Flávio Bolsonaro reagiu, afirmando que a desistência de Lula revela intolerância e dificuldade de conviver com quem diverge. O chanceler brasileiro Mauro Vieira representou o Brasil na cerimônia chilena.
No passado, houve similaridade quando, em 2022, o então presidente chileno Gabriel Boric convidou Lula para sua posse, enquanto Bolsonaro enviou o então vice Hamilton Mourão. A situação atual gera debates sobre protocolo e diplomacia.
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