- O governador de Minas Gerais acusou ministros de enriquecer e fazer negócios.
- Ele rebateu o ministro Gilmar Mendes e negou dívida com o Supremo Tribunal Federal (STF).
- O político afirmou que sua candidatura difere da de Flávio Bolsonaro pela independência política.
- A declaração foi feita em 13 de março de 2026, às 17h24.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou ter recebido acusações de que ministros teriam enriquecido e fechado negócios, segundo ele sem base. O comentário foi feito em resposta a críticas recentes envolvendo o STF e integrantes do Judiciário.
Zema negou ter qualquer dívida com o Supremo Tribunal Federal e ressaltou que não há vínculo financeiro que comprometa sua gestão ou agenda política. Ele classificou as acusações como infundadas e políticas.
O governador destacou que sua candidatura difere de Flávio Bolsonaro por ter independência política. A afirmação reforça a linha de campanha de Zema, que busca cumprir seu mandato mantendo autonomias decisórias.
Resposta a críticas e próximos passos
Minutos antes, Zema havia reafirmado sua posição diante de rumores sobre alianças nacionais. A declaração ocorreu no contexto de movimentações políticas envolvendo o cenário presidencial.
Entre aliados, o tom foi de confirmação de uma estratégia de campanha centrada em gestão governamental. Não houve perspectivas de comícios ou novas alianças anunciadas na ocasião.
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