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Bolsonarismo promove ação em inglês para Trump avaliar terrorismo do CV

Operação no Rio, batizada em inglês como Contenção Red Legacy, mira o Comando Vermelho e amplia ligações com campanhas eleitorais e risco internacional

O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL)
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  • A Polícia Civil fluminense batizou a operação contra o Comando Vermelho como Contenção Red Legacy, anunciada nesta semana.
  • A ação envolve o reconhecimento de ligações com o grupo criminoso e prende um vereador ligado ao prefeito Eduardo Paes (PSD).
  • A investigação também apontou Salvino Oliveira (PSD), ex-secretário municipal, como acusado de negociar com o Comando Vermelho para campanha na favela Gardênia Azul.
  • O chefe da Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou que o Comando Vermelho funciona como cartel e deve ser tratado como organização terrorista.
  • A ofensiva política ocorre em meio a disputas eleitorais no Rio, com Paes reforçando políticas de segurança, e o bolsonarismo adotando retórica ligada a Trump.

O Departamento de Polícia Civil Fluminense deflagrou uma operação contra o Comando Vermelho, batizada pela corporação em inglês como Contenção Red Legacy. A ação ocorreu nesta semana, no estado do Rio de Janeiro.

A operação mira o grupo criminoso, que a polícia classifica como uma organização criminosa semelhante a um cartel. Foram identificados parentes de um dirigente conhecido como Marcinho VP atuando no comando da facção.

Entre os presos, há um vereador ligado ao prefeito Eduardo Paes (PSD), apontado por envolve­mentos com o CFG, em relação a atividades eleitorais na favela Gardênia Azul. A denúncia cita negociações para campanha na região.

O chefe da Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou que o Comando Vermelho funciona como cartel e precisa ser tratado como organização terrorista, conforme avaliação da imprensa local.

Segundo apuração, a retórica de alinhamento com o discurso de autoridades dos EUA foi usada para ampliar a mobilização político-eleitoral, com foco no pleito estadual e federal.

Dentro do cenário, Paes reforça políticas de segurança. Neste domingo, inaugura a Força Municipal, com 600 homens armados, para atuar em áreas consideradas de maior risco na cidade.

A polarização envolve ainda o campo político fluminense, com o governo estadual e partidos mantendo posições distintas sobre soberania e segurança pública na região metropolitana do Rio.

Observadores indicam que a conjuntura pode influenciar o cenário eleitoral, com candidaturas locais em jogo e possíveis impactos no apoio a candidatos de diferentes siglas.

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