- O ministro Paulo Teixeira deixará a pasta do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura Familiar para concorrer a deputado federal por São Paulo nas eleições de 2026.
- Ele deve permanecer no governo até o início de abril, já que a desincompatibilização precisa ocorrer até seis meses antes da votação, marcada para 4 de outubro.
- A expectativa é de que ao menos vinte ministros deixem os cargos para disputar as eleições, conforme movimentos já divulgados pelo governo.
- O objetivo do governo é ampliar a base aliada no Congresso, fortalecendo o apoio para um possível novo mandato de Lula no Senado e na Câmara.
- Lula ainda não indicou o substituto de Teixeira, ressaltando que manterá a unidade da equipe para não interromper os trabalhos do ministério.
Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura Familiar, confirmou que deixará o cargo para disputar a vaga de deputado federal por São Paulo nas Eleições de 2026. a declaração foi feita durante visita à Feira Nacional de Máquinas e Tecnologia, em Campinas (SP). O desincompatibilização deve ocorrer até seis meses antes do pleito, que ocorre em 4 de outubro.
Segundo Teixeira, o presidente Lula ainda não indicou quem irá substituí-lo, mas garantiu que pretende manter a unidade da equipe para evitar interrupções. A pasta é citada como alvo de reorganização para ampliar a base aliada no Congresso.
Ao menos 20 ministros devem deixar seus cargos para concorrer às eleições, entre eles Haddad, Gleisi Hoffmann e Camilo Santana. A estratégia visa fortalecer a bancada governista no Congresso e ampliar a atuação no Senado, com foco em votos para um eventual quarto mandato de Lula.
Movimentações previstas e impactos
Entre as mudanças, Rui Costa (Casa Civil) mira o Senado pela Bahia; Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) pelo Paraná; e Camilo Santana (Educação) ao governo do Ceará. Outros nomes também já aparecem na lista de oportunidades, conforme avaliação do governo e do MDB.
A oposição enxerga no ritmo de substituições uma chance de sabatinar indicações ao STF e abrir processos de impeachment. Já o governo sustenta que manter a maioria aliada reduz solavancos em eventuais novos mandatos. Cada estado terá dois senadores em disputa no ciclo 2026.
Detalhes adicionais sobre as mudanças
A lista completa aponta estratégias para 22 cargos e futuros desempenhos, incluindo vagas para Câmara, Senado e governos estaduais. Há menções a nomes como Geraldo Alckmin, Marina Silva, Simone Tebet e outras figuras em posições-chave, indicadas como prováveis candidaturas.
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