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PF dá 15 dias para Eduardo Bolsonaro se defender por abandono de cargo

PF dá quinze dias para Eduardo Bolsonaro apresentar defesa em processo disciplinar por abandono de cargo na Polícia Federal

Ausência injustificada na PF, após Eduardo Bolsonaro ter mandato de deputado cassado, resultou em processo administrativo
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  • Eduardo Bolsonaro (PL-SP) recebeu notificação da PF por possível abandono de cargo de escrivão; prazo de quinze dias para defesa.
  • A investigação aponta indícios de abandono de cargo; o escrivão estaria em local incerto e não sabido.
  • Eduardo vive nos Estados Unidos desde março de 2025, e teve o mandato de deputado federal cassado por faltas.
  • A cassação ocorreu após 59 ausências às sessões, em dezembro, configurando descumprimento ao exigido pela Constituição.
  • A remuneração inicial de escrivão da Polícia Federal é de R$ 14.164,81, com possibilidade de chegar a cerca de R$ 20 mil no topo da carreira.

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) recebeu uma notificação da Polícia Federal para apresentar defesa em um processo administrativo por abandono de cargo. O aviso foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira.

A PF aponta indícios de abandono de cargo de escrivão da corporação. Eduardo está ausente desde março de 2025, quando passou a residir nos Estados Unidos, após ter o mandato cassado pela Câmara dos Deputados.

No comunicado, a delegada responsável destaca que o escrivão se encontra em lugar incerto e não sabido. A investigação envolve a paralisação das funções na PF enquanto ele tinha mandato na Câmara dos Deputados.

Quem está envolvido

Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal e atual alvo de processo administrativo por abandono de cargo. A Polícia Federal é a instituição acionada para apurar a conduta.

Quando e onde

O prazo para defesa é de 15 dias, contados a partir de publicação no Diário Oficial da União. A situação envolve atuação da PF no Brasil, com Eduardo residindo fora do país desde março de 2025.

Por que ocorreu

A cassação do mandato ocorreu por faltas às sessões deliberativas, somando 59 ausências em 18 de dezembro. A ausência injustificada na PF, após cassação, levou à instauração do processo disciplinar.

Desdobramentos e regras

O processo administrativo pode culminar em demissão por abandono de cargo, conforme a legislação aplicável a servidores públicos. A PF já havia determinado que Eduardo retornasse ao exercício do cargo de escrivão, o que não ocorreu.

Sobre o cargo e a remuneração

A função de escrivão da PF envolve lavramento de termos, autos e mandados, acompanhamento de diligências e responsabilidade por fianças e objetos apreendidos. A remuneração inicial é de cerca de R$ 14.164,81, podendo chegar a aproximadamente R$ 20 mil na escala máxima.

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