- A Polícia Federal deu prazo de quinze dias para Eduardo Bolsonaro se manifestar em processo administrativo disciplinar.
- Eduardo Bolsonaro, servidor da PF desde 2010, estava afastado para exercer mandato na Câmara e foi afastado preventivamente do posto de escrivão em fevereiro, até a conclusão da apuração.
- O processo teve início em vinte e sete de janeiro; em dezembro de dois mil e vinte e cinco a PF determinou o retorno dele às funções por cassação do mandato por excesso de faltas.
- Em março do ano passado, ele se mudou para Miami, nos Estados Unidos, para tratar de questões ligadas a sanções contra o Brasil após o julgamento que condenou Jair Bolsonaro.
- A reportagem aponta que havia articulações com políticos norte-americanos com o objetivo de obter anistia ao ex-capitão, incluindo pressões e negociações associadas a medidas como tarifas.
A Polícia Federal abriu um processo administrativo disciplinar contra Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal. A PF fixou o prazo de 15 dias para que o acusado se manifeste sobre o abandono de cargo. A perícia administrativa corre em sigilo.
Eduardo Bolsonaro, servidor da PF desde 2010, estava afastado para cumprir mandato na Câmara. Em dezembro de 2025, a PF determinou que ele retornasse às funções após cassação do mandato por excesso de faltas.
O processo teve início em 27 de janeiro. Em fevereiro, o ex-deputado foi afastado preventivamente do posto de escrivão. Em março do ano passado, ele mudou-se para Miami, nos EUA, relacionados a tratativas envolvendo sanções ao Brasil.
Cronologia
Segundo apurações, o objetivo das ações com políticos norte-americanos seria obter apoio a uma eventual anistia ao ex-capitão Jair Bolsonaro, líder do governo durante o período da condenação. A PF não detalha as etapas futuras do procedimento disciplinar.
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