- Em julho de 2021, manifestantes atearam fogo na estátua de Borba Gato, na zona sul de São Paulo.
- Paulo de Lima, conhecido como “Galo de Luta”, assumiu a responsabilidade pelo ato, ligado ao movimento dos Entregadores Antifascistas.
- O entregador ficou duas semanas preso e o processo hoje transitou em julgado.
- A prefeitura de São Paulo acionou a Justiça cobrando 630 mil reais, distribuídos em 30 mil para limpeza, 100 mil para restauro e 500 mil por danos morais coletivos.
- Desde o episódio, Galo teve seus aplicativos de entrega bloqueados.
Em julho de 2021, dezenas de manifestantes atearam fogo na estátua de Borba Gato, na zona sul de São Paulo. Paulo de Lima, conhecido como Galo de Luta, assumiu a responsabilidade pelo ato, ligado ao movimento dos Entregadores Antifascistas.
Galo, que ficou preso por duas semanas, teve o processo concluído e transitado em julgado. Anos depois, a prefeitura de São Paulo acionou a Justiça para cobrar cerca de 630 mil reais do entregador.
A cobrança é dividida em 30 mil para limpeza, 100 mil para restauro e 500 mil por danos morais coletivos. Segundo o advogado de Galo, a soma representa um peso financeiro significativo para o motoboy.
Desde o ato, o entregador ficou bloqueado de todos os aplicativos de entrega, o que agrava o impacto econômico sobre ele. A decisão judicial ainda não é objeto de defesa pública do caso.
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