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Como burocrata de Estado Profundo tornou-se o executor de fake news de Trump

Regulador Brendan Carr, antes pouco conhecido em Georgetown, surge como peça-chave na ofensiva de Trump contra a imprensa.

Photo illustration: Scott Gelber for Bloomberg Businessweek; photos: C-SPAN, Getty Images
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  • Brendan Carr, presidente da Comissão Federal de Comunicações, tem sido alvo de críticas de alguns apresentadores e da cobertura de veículos de imprensa norte-americanos.
  • A história circulou entre ex-alunos de Georgetown, que discutiam se Carr realmente integrava a turma de 2001.
  • Carr ganhou visibilidade recentemente, aparecendo em debates com Jimmy Kimmel e Stephen Colbert e em segmentação na televisão de cable.
  • Para checar a curiosa história, os ex-alunos consultaram o anuário de Georgetown.
  • A pesquisa revelou apenas uma menção a Carr em uma lista de estudantes não fotografados, indicando que ele se formou, ainda que de forma pouco perceptível.

Um grupo de ex-alunos da Georgetown University investigou uma curiosa fofoca de Washington envolvendo Brendan Carr, atual presidente da Comissão Federal de Comunicações (FCC). Carr vinha sendo citado com frequência na mídia e em debates televisivos, mas, segundo a apuração, não havia confirmação de que ele fosse colega da turma de 2001.

A história ganhou repercussão entre os formandos quando eles consultaram o anuário da universidade. Em um segmento dedicado a estudantes não fotografados, aparecería apenas uma menção ao nome de Carr, sem registro de foto ou participação em atividades estudantis. A descoberta levantou dúvidas sobre a identificação dele no material.

Carr tem ganhado espaço na imprensa nos últimos tempos, às voltas com críticas a programas de humor e à cobertura de veículos de comunicação. A situação descrita pelos ex-alunos não implica relação formal entre Carr e a universidade, mas aponta para uma inconsistência no registro público que circula entre estudantes e interessados.

Ainda não há confirmação de que a divulgação no anuário tenha algum impacto político ou institucional. A história permanece como um episódio de curiosidade sobre a trajetória pública de Carr, visto por alguns como parte de um escrutínio maior sobre figuras ligadas ao governo.

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