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Senadora afirma fim da aposentadoria compulsória e rejeita criar casta

Senadora defende fim da aposentadoria compulsória para magistrados e militares, para evitar casta privilegiada e ampliar isonomia no serviço público.

Eliziane Gama, senadora (PSD-MA)
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  • A senadora Eliziane Gama afirma que o fim da aposentadoria compulsória busca isonomia e evitar a criação de uma casta de privilegiados; a proposta é a PEC 3/2024, na Comissão de Constituição e Justiça.
  • Ela disse que o texto impede que faltas graves resultem em benefício e espera aprovação na CCJ e, depois, no plenário.
  • A relatora enfatizou que a mudança não mira apenas magistratura; hoje militares podem receber pensão por morte ficta em casos de falta grave, o que considera contraditório com outras carreiras.
  • A proposta, segundo ela, dá segurança jurídica ao ser promulgada pela PEC, não dependendo de decisões judiciais futuras.
  • O UOL News, com duas edições diárias, cobre o tema e pode ser acompanhado em diferentes plataformas.

O fim da aposentadoria compulsória como punição a magistrados e a membros do Ministério Público, e a retirada da pensão por morte ficta para militares, foram defendidos pela senadora Eliziane Gama. A ideia está na PEC 3/2024, em tramitação na CCJ. A líder do PSD investe na aprovação da proposta no colegiado e no plenário.

Ela argumenta que a mudança busca evitar desigualdades entre carreiras públicas e impedir que faltas graves resultem em benefícios automáticos. A senadora afirma que a PEC cria isonomia e elimina a percepção de privilégio no serviço público.

A proposta permanece sob a leitura da CCJ, com otimismo de que receberá apoio dos pares. Na leitura de Eliziane, o texto mantém a essência apresentada pelo ex-senador Flávio Dino e encontra respaldo em decisões recentes do STF que também apontam no mesmo sentido.

Segundo a relatora, a PEC apresenta segurança jurídica ao estabelecer regras sem depender de futuras decisões judiciais. Ela sustenta que a promulgação direta no Congresso torna o arcabouço mais estável e menos sujeito a contestações judiciais.

Alega ainda que o debate não se restringe à magistratura, incluindo militares que atualmente recebem pensão por morte ficta após faltas graves. A senadora afirma que a comparação entre situações evidencia o caráter de privilégio em alguns casos.

A pauta do UOL News 2ª Edição, de segunda a sexta, destaca a possível aprovação da CCJ. O programa também abordará a tramitação da PEC e as implicações para servidores públicos em termos de isonomia e responsabilidade.

Resumo da pauta e onde acompanhar: o conteúdo é veiculado pelo UOL News, com edições às 10h e 16h nos dias úteis, e aos sábados e domingos em horários específicos. A transmissão ocorre pelo site, canais oficiais do UOL e plataformas associadas.

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