- O ministro Alexandre de Moraes autorizou a visita dos advogados de Jair Bolsonaro ao hospital nesta quarta-feira, 18 de março de 2026.
- Bolsonaro está internado no Hospital DF Star desde sexta-feira, 13 de março, com broncopneumonia bacteriana bilateral causada pela aspiração de líquido do estômago; houve melhoria clínica observada em 24 horas.
- A defesa já havia solicitado a transferência para prisão domiciliar; Flávio Bolsonaro reuniu-se com Moraes para reforçar o pedido, sem prazo definido para a decisão.
- Moraes redesignou a visita para o dia 18 de março, observando as regras do hospital; os advogados são Paulo Amador da Cunha Bueno e Daniel Bettamio Tesser.
- A defesa afirma que a medida não é privilégio, mas providência para tratamento médico adequado e monitoramento contínuo, argumentando risco progressivo se Bolsonaro permanecer na Papudinha.
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, autorizou que os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro o visitem no hospital nesta quarta-feira (18). A decisão ocorre após Flávio Bolsonaro e os advogados se reunirem com Moraes para reforçar o pedido de transferência para prisão domiciliar. Bolsonaro está internado no Hospital DF Star desde o dia 13, com broncopneumonia bacteriana bilateral causada pela aspiração de líquido do estômago.
O ex-chefe do Executivo solicitou a autorização para receber consultores jurídicos durante a internação. Moraes redesignou a visita para o dia 18 de março de 2026, observadas as regras do hospital, segundo despacho divulgado pelo tribunal. Os advogados são Paulo Amador da Cunha Bueno e Daniel Bettamio Tesser.
O boletim médico divulgado nesta terça-feira aponta a segunda melhora clínica e nova queda nos marcadores inflamatórios. Bolsonaro continua com antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora. Segue estável, com evolução clínica monitorada.
Pedido de prisão domiciliar é reiterado
A defesa de Bolsonaro voltou a pedir a prisão domiciliar, reiterando o pleito a Moraes. Flávio afirmou que a reunião foi “tranca e objetiva” e que o ministro analisará o pedido no momento oportuno, sem prazo definido. A defesa sustenta que a medida não é privilégio, mas providência para garantir tratamento adequado.
Segundo a defesa, o relatório médico aponta riscos de novos problemas de saúde e a custódia atual seria de risco progressivo. A equipe médica do sistema prisional também seria incapaz de assegurar acompanhamento contínuo e resposta rápida a emergências.
Sob supervisão de Leandro Bisa. Com informações de Letícia Martins.
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