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Farage propõe banir grandes orações muçulmanas perto de sítios históricos

Farage propõe banir orações em massa de muçulmanos em locais históricos, após evento em Londres, ampliando o debate sobre tolerância e segurança no país

Britain's Reform UK leader Nigel Farage responds to a question from a member of the media after announcing members of the party's shadow cabinet, in London, Britain, February 17, 2026.
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  • Nigel Farage, líder do Reform UK, disse que, se eleito primeiro-ministro, proibiria orações em massa muçulmanas em locais históricos do Reino Unido.
  • Ele classificou o evento em Londres como uma tentativa de “ultrapassar, intimidar e dominar” o nosso modo de vida.
  • O debate começou após uma oração pública muçulmana em Trafalgar Square ter sido descrita por Nick Timothy como ato de dominação e divisão; Keir Starmer pediu a demissão dele.
  • Farage lançava o manifesto do seu partido na Escócia, afirmando que encontros em massa seriam provocativos e que a massa de oração em locais históricos é uma prática comum em muitos países do Oriente Médio.
  • O prefeito de Londres, Sadiq Khan, e Starmer destacaram a diversidade britânica, lembrando que eventos religiosos acontecem em Trafalgar Square, incluindo a presença de Khan no iftar.

Nigel Farage, chefe do Reform UK, afirmou que, se eleito primeiro-ministro, baniria orações em massa de muçulmanos em locais históricos do Reino Unido. A declaração ocorreu durante o lançamento do manifesto do partido na Escócia.

O comentário surge na esteira de um debate iniciado nesta semana sobre uma oração pública muçulmana em Trafalgar Square, descrita por um político conservador como ato de dominação e divisão. O ministro da Justiça do Tory criticou as falas.

Farage ressaltou que não se opõe à oração individual, mas classifica as orações em massa como provocativas, considerando-as inadequadas em sites históricos da Inglaterra. Ele citou práticas de outros países como referência.

Contexto político e resposta

Sadiq Khan, prefeito de Londres e militante do Partido Trabalhista, participou do evento pacífico na segunda-feira promovido pela Ramadan Tent Project. O encontro ocorreu perto do pôr do sol e do iftar, com centenas de participantes.

O líder trabalhista Keir Starmer pediu demissão do colega Nick Timothy, autor das falas controversas, e defendeu a diversidade religiosa de Londres, incluindo atividades cristãs, judaicas e hindus no espaço público.

Farage mantém posição de que o controle de eventos religiosos em locais históricos é necessário para manter o equilíbrio cultural. O tema influencia o debate sobre imigração, secularismo e políticas públicas de ênfase britânica.

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