- O deputado Gustavo Gayer (Partido Liberal—GO) apresentou ao Supremo Tribunal Federal um pedido de prisão domiciliar em favor de Jair Bolsonaro, com a assinatura de 175 parlamentares.
- A defesa afirma que a prisão domiciliar é necessária para evitar o que chamou de “tortura institucionalizada” diante da saúde do ex-presidente.
- Bolsonaro continua internado no hospital Distrito Federal Star com broncopneumonia bacteriana, já passou pela Unidade de Tratamento Intensivo e recebe medicação na veia; há preocupação com possível sobrecarga renal.
- A defesa pediu que o ministro Alexandre de Moraes reveja a decisão baseada em laudo da Polícia Federal, que sustentava a transferência para o 19º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal.
- Bolsonaro completa 71 anos neste sábado, mas não há previsão de alta; boletim médico indica boa evolução clínica, com melhora parcial de tomografias e dos marcadores inflamatórios.
Gustavo Gayer (PL-GO) informou ao STF, nesta quarta-feira (18), ter apresentado pedido de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro (PL). O documento reúne 175 assinaturas de parlamentares.
O pedido sustenta que manter o ex-presidente internado configura risco de vida e classifica a situação como tortura institucional. Gayer afirmou que há urgência na avaliação.
Bolsonaro está no hospital DF Star, em Brasília, tratando uma broncopneumonia bacteriana. Ele já passou pela UTI e recebe antibióticos por via intravenosa, com monitoramento de função renal.
A defesa solicitou a revisão da decisão de Moraes, baseada em laudo da PF anterior ao quadro atual, que apontava condições do 19º Batalhão da PM do DF para receber o ex-presidente.
Situação clínica e perspectivas
Bolsonaro completa 71 anos neste sábado (21), sem previsão de alta. O paciente permanece em unidade semi-intensiva, com fisioterapia respiratória e motora em curso.
O último boletim médico descreve boa evolução clínica, melhora parcial de tomografias e queda importante de marcadores inflamatórios. Não há data confirmada para alta médica.
O pedido de revogação de decisão foi encaminhado a Alexandre de Moraes na terça-feira (17) e ainda aguarda análise. O relatório destaca risco de intercorrências sem ambiente adequado.
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